Xadrez na escola: o jogo que coligado à tecnologia desenvolve competências da BNCC

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No ritmo depressa que o mundo vive, é geral ver crianças e adolescentes terem uma queda nos níveis de concentração. É preciso, portanto, buscar ferramentas que estimulem elas em envolvente escolar a ter mais atenção, paciência e habilidades necessárias para seu desenvolvimento pleno. O xadrez, esporte milenar, possibilita que essas e outras habilidades uma vez que pensamento crítico e analítico sejam trabalhadas. Muitas delas, inclusive, podem ser encontradas nas competências previstas na BNCC (Base Pátrio Geral Curricular).

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Não existem pontos negativos na aprendizagem de xadrez – seja na escola, seja em qualquer outro lugar. Quem aposta nessa teoria é Rafael Leitão, grande rabi de xadrez, heptacampeão brasílico. Inexperiente de Xadrez aos 6 anos de idade, o enxadrista vê um número grande de possibilidades para quem traz o xadrez para a vida.

É uma atividade intelectualmente excitante, que pode engajar os alunos e desenvolver características cidadãs uma vez que reverência e pensamento crítico. O xadrez, para Leitão, é uma vez que se fosse um complemento às atividades físicas, pois trabalha de maneira efetiva o cérebro, assim uma vez que a arte e a música.

E uma vez que ficam essas atividades no envolvente virtual? Levando em consideração que grande secção das escolas segue – ou seguirá – em um protótipo híbrido, soluções que envolvem a tecnologia têm ficado cada vez mais populares. O próprio uso de jogos virtuais em sala de lição tem sido uma instrumento bastante explorada por educadores para facilitar no engajamento dos estudantes.

O Chessmatec, por exemplo, é uma plataforma que oferece formas de jogar xadrez de uma maneira lúdica e pode ser o primeiro contato de estudantes com a atividade. Uma vez que muitas das atividades que são realizadas online, jogar xadrez num envolvente virtual requer uma mentalidade dissemelhante da necessária em uma modalidade presencial.

Uma vantagem é que é verosímil apresentar o xadrez para as turmas e, enquanto trabalha as questões de estratégia, pensamento crítico etc, os estudantes também conseguem se divertir no processo. O enxadrista heptacampeão traz uma vez que uma das principais características positivas do xadrez a possibilidade de se divertir. Todos os grandes profissionais de xadrez que Rafael Leitão conheceu se dedicam à prática majoritariamente porque gostam. “Eles foram movidos à paixão, não escolheram [o xadrez] porque queriam lucrar verba”, apontou.

Ter tido contato com o xadrez na escola foi, para Rafael Leitão, muito significativo porque possibilitou que ele treinasse com outros colegas, exercitando habilidade de convívio e socialização. Foi na escola que ele participou da primeira competição.

Para os que desejam ingressar no ramo, o enxadrista reforça que é necessário, primeiro de tudo, ter paciência para aprender os detalhes e sutilezas. Zero de querer trinchar caminho ou procurar atalhos. “Principalmente procurar se divertir com o jogo de xadrez, porque ele abre um mundo de possibilidades muito interessantes, seja para ter uma vez que hobby – que é a verdade da imensa maioria – ou não. O xadrez é um passatempo que é difícil confrontar com qualquer outra atividade porque é multíplice e prazeroso ao mesmo tempo e a pessoa não vai se arrepender de ter aprendido”, disse.

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