Wiz fecha concórdia para ter exclusividade na comercialização de seguros no BRB | Empresas

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A Wiz Soluções fechou um concórdia para ter exclusividade na comercialização de produtos de seguros no balcão do Banco de Brasília (BRB) por 20 anos. O valor da transação não foi revelado, mas deve exigir um investimento significativo da Wiz, que levante ano perdeu um concórdia semelhante que tinha com a Caixa.

Será constituída uma novidade empresa, que terá o controle da Wiz, mas uma estrutura de governança compartilhada. Secção do aporte que será feito pela Wiz é à vista e segmento a prazo, dependente do cumprimento de determinadas metas. A Wiz vinha guardando verba para o processo competitivo da Caixa e, uma vez que não levou, tem um caixa robusto, que terminou 2020 em R$ 250 milhões.

“Foi um processo competitivo público, tudo feito com muita cautela e muito zelo. Fiquei impressionado com o nível de exigência, o profissionalismo do BRB em todo o processo”, diz o presidente da Wiz, Heverton Peixoto.

Segundo o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, o processo contou com 11 participantes e quatro foram para a última lanço. “A Wiz tem feito um trabalho revolucionário, com tecnologia, cultura, qualidade de gestão”.

Desde que Costa assumiu, há pouco mais de dois anos, o BRB vem se recuperando, em seguida os transtornos causados pela operação Circus Maximus, da Polícia Federalista, que afetou executivos da governo anterior. Há murado de dez meses o banco lançou uma parceria com o Flamengo para um banco do dedo que quase dobrou sua base de clientes, conquistando 460 milénio novas contas. As ações do banco – que são negociadas na B3, mas têm uma liquidez baixa – subiram mais de 1.000%, saindo de um pouco perto de R$ 2 para o patamar atual de R$ 27.

Heverton Peixoto, presidente da companhia, participou de entrevista em vídeo ao Valor Investe para a série “Com a Vocábulo…” (assista cá todos os vídeos), que aproxima executivos das principais empresas da bolsa com os (potenciais) investidores, e contam mais detalhes sobre o presente e o porvir da empresa. Veja inferior a entrevista – na íntegra – com a Wiz.

“Com o potente propagação do BRB nos últimos anos, se tornando um banco vernáculo, acredito que em poucos anos esse concórdia com eles pode ser maior para a Wiz do que era o balcão da Caixa”, diz Peixoto. O concórdia de bancassurance com a Caixa representa atualmente um pouco perto de 70% da receita da Wiz.

A parceria será omnichannel, ou seja, a Wiz vai comercializar produtos de seguridade em todas as plataformas do BRB, incluindo agências e o banco do dedo com o Flamengo. O BRB não possui uma seguradora própria e em vez disso trabalha com um pool de companhias. “É praticamente um protótipo de negócios open banking. Nós vamos buscar no mercado o que há de melhor em produtos, nas melhores condições para nossos clientes”, diz Costa.

Segundo ele, a expectativa é crescer a base de clientes de seguros em cinco vezes em um prazo de cinco anos. O banco recolheu R$ 700 milhões em prêmios de seguros no ano pretérito, mas a penetração ainda é baixa. Em seguros de automóveis, por exemplo, é de somente 2,9% da base de clientes, e poderia chegar a quase 10%. Em vida, a penetração é 4,38% e pode chegar a 12%; em residencial, 2,67% e pode chegar a 20%, já que o BRB vem crescendo fortemente no crédito imobiliário, se tornando líder nessa traço no mercado da capital federalista. O banco também é potente no seguro prestamista, pois tem a folha de pagamento do governo do DF.

“Essa parceira é fundamental para aumentar o relacionamento e tomar valor com a nossa base de clientes. Os produtos de seguridade são fundamentais para solidar a estratégia do BRB de ser um banco completo, eles são rentáveis e fidelizam os clientes”, diz Costa. “Temos pleno siso do repto e das oportunidades. E a certeza de que vamos edificar uma novidade companhia de porvir grandioso”, acrescenta Peixoto.

O parecer do BRB também aprovou nesta quinta-feira uma parceria com a Genial para produzir uma plataforma de investimentos, que será implementada por meio de parceria mercantil, e deve se destinar agora a escolher um novo parceiro na dimensão de meios de pagamento. O presidente do banco confirma que pretende realizar uma oferta subsequente de ações (follow-on) até setembro, para ter fôlego para continuar crescendo e ampliar a liquidez das ações na bolsa. A teoria é passar o free-float do patamar atual de 3% para quase 30%, obviamente mantendo o controle nas mãos do governo do DF.

Heverton Peixoto, Presidente da Wiz — Foto: Claudio Belli/Valor

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