WhatsApp já pode ser usado para transferências: saiba uma vez que fazer | Finanças

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O WhatsApp anunciou nesta semana o início de suas operações de pagamentos no Brasil. Por enquanto, podem ser feitas transações entre pessoas. O Facebook, possuinte do aplicativo de mensagens, ainda está à espera da autorização do Banco Mediano (BC) para liberar a opção de pagamento a lojistas.

Whatsapp arte parte2 — Foto: Arte/Valor

Dada a popularidade do WhatsApp (usado por 120 milhões de brasileiros), o serviço desperta muita curiosidade – e também muitas dúvidas. O Valor preparou um passo a passo para mostrar uma vez que funcionará uma transação do ponto de vista do usuário e também uma vez que o verba chega de uma ponta até a outra.

Uma transferência via WhatsApp é essencialmente uma operação de cartão – inicialmente, será verosímil mandar verba entre pessoas físicas usando cartões de débito, conforme o Valor noticiou no início de abril. Atualmente, cartões de débito só são usados no país para pagamento a estabelecimentos, e não entre pessoas físicas.

Para operar no país, o Facebook teve de solicitar ao Banco Mediano uma licença de iniciador de pagamentos, figura regulatória no país. Porquê tal, ele dará a “largada” numa transação, mas não fará o trâmite propriamente dito e não poderá ter entrada aos dados dos cartões dos usuários. O serviço será oferecido, por enquanto, a portadores de cartões emitidos por nove instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Inter, Itaú Unibanco, Mercado Pago, next, Nubank, Sicredi e Woop Sicredi. A utensílio será liberada gradualmente para a base de clientes desses emissores.

Antes de o usuário iniciar a fazer transferências pelo Whatsapp, ele tem de cadastrar seus dados e dos cartões no serviço Facebook Pay. É muito similar ao cadastramento de informações em “wallets” digitais. Nesse momento, o usuário tem de fabricar um PIN, ou seja, uma senha de entrada que vai usar para confirmar as transferências ou habilitar a biometria (leitura de do dedo).

Quando o usuário inicia uma transferência por meio do Whatsapp, as informações do cartão são “tokenizadas”, ou seja, substituídas por uma credencial exclusiva que fica armazenada na nuvem, chamada de “token de pagamento”. Essa sequência de código criptografado só vale para aquela transação específica para cada dispositivo traste, aplicativo ou loja online em que a credencial for cadastrada. Isso significa que não é verosímil usar um token de pagamento de outro celular ou para outro receptor. Com isso, as informações dos cartões nunca ficam expostas na transação.

Outra utensílio de segurança aos pagamentos pelo app é baseada em perceptibilidade sintético, qua analisa as características da transação. Essas rotinas permitem detectar e remediar riscos e comportamentos suspeitos, que não seguem o padrão de uso do verdadeiro possuinte das credenciais.

Tanto os dados do usuário quanto a do dedo (biometria) e o PIN (senha pessoal) ficarão cadastrados no serviço do Facebook Pay. Mesmo se o celular ou a conta do WhatsApp forem clonados, o criminoso não terá entrada nem aos dados ou às senhas biométrica (do dedo) e numérica (PIN), de combinação com informações da rede social e das bandeiras Visa e Mastercard, que participam do conserto. As empesas dizem que, dessa forma, ele não conseguirá confirmar nenhuma transferência pelo via do aplicativo.

O usuário, porém, não poderá fornecer o PIN a ninguém sob o risco de permanecer desprotegido. A biometria é mais segura porque não é verosímil plagiar as digitais do usuário verdadeiro. O WhatsApp também recomenda habilitar a autenticação em duas etapas, que também impede um clonador de acessar a conta do aplicativo sem a senha.

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