VPN: privacidade e bloqueio geográfico no manejo com criptomoedas

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Muitas novidades surgiram depois a crise financeira ocorrida pela bolha imobiliária nos EUA em 2008. Naquele momento, Bolsas de Valores pelo mundo sofreram quedas astronômicas. Em um cenário totalmente descontrolado e pleno de desconfianças, muitos investidores apostaram e confiaram na promessa de uma moeda viável mundialmente e sem regulamentação dos bancos ou instituições, uma vez que o Fundo Monetário Internacional.

Embora o sistema financeiro global tenha restaurado segurança nos anos seguintes e encontrado formas para se proteger de outras bolhas em mercados diversos, os investimentos e negociações para que uma moeda fosse criada livre das amarras conhecidas do mercado financeiro ganhou ainda mais força.

Esse é o contexto para a formação das criptomoedas, que hoje estão sendo utilizadas livremente na internet e nas mais diversas situações . Mas toda essa liberdade, muitas vezes, tem um dispêndio cumeeira. Muitas pessoas utilizam as criptomoedas e estão inseridas no mundo dos blockchains, mas isso não significa que o usuário está totalmente livre de ataques e tentativas de roubo na internet. Com isso, o pânico de rastreamento é muito generalidade entre as plataformas de criptomoedas.

VPN são ideais para prometer sigilo nas transações

Se a preocupação for em manter o sigilo das suas negociações, encontre uma VPN com uma política estrita de “não registro”. Essa é uma função de interrupção de conexão. O que isso significa? Que o provedor de serviços não coleta seus dados de navegação; portanto, a atividade permanece totalmente privada. Caso contrário, suas atividades de navegação são registradas e podem ser entregues às autoridades públicas ou mesmo empresas privadas.

Outro fator importante é que uma VPN no mercado de criptomoedas serve para encriptar o seu tráfico online, protegendo as suas palavras-passe e cookies de sessão para que não caiam nas mãos de estranhos. Ou por outra, há ainda o recurso kill-switch, que encerra sua conexão com a Internet sem expor seu endereço IP quando há problemas de conectividade entre o cliente e o serviço VPN.

Em outras palavras, impede que sites acessem seu endereço IP real em caso de nequice na conexão VPN. Esses serviços fortaleceram o cenário não só das VPN’s, mas também das criptomoedas. Há, inclusive, uma disputa entre ExpressVPN vs NordVPN para saber qual padrão é mais eficiente a depender da premência do cliente.

Uma rede VPN é fundamental para quem não quer deixar rastros na internet. O uso do aparelho possibilita uma experiência aperfeiçoada em ambos os sentidos: fornece mais proteção à privacidade e pode evitar vários obstáculos no entrada livre a criptoativos em todo o mundo.

Uma VPN possibilita que um computador se conecte a um servidor remoto através de um túnel que criptografa dados em ambos os lados. Isso protege toda a informação transmitida para e por esse computador para camuflar seu endereço de IP ao receber outro fornecido pelo serviço de VPN.

Isso torna difícil a compra de quaisquer dados pessoais que possam ser ligados aos registros no blockchain. Com isso, o usuário pode utilizar  uma carteira do dedo dissemelhante para diferentes pagamentos ou diferentes tipos de pagamento. Ou por outra, pode ainda criptografar sua carteira, o que torna mais difícil o entrada a suas transações.

VPN permitem eliminação dos bloqueios feitos por provedores de serviços

Porquê se sabe, as VPN’s são eficientes também para trampolinar bloqueios geográficos, comuns na rede mundial de computadores atualmente. Existem iniciativas de governos  uma vez que da China e da Coreia do Sul para banir transações com bitcoin. Ambos os países são grandes mercados para criptoativos, portanto as consequências poderiam ser significativas.

Quando um usuário se conecta a um servidor remoto via VPN, basicamente altera sua região para a que está associada ao novo endereço de IP. Ao selecionar um endereço de IP registrado em uma região que não possui bloqueio, eles podem evitar essas proibições.

Embora alguns sites usem software de detecção de VPN, isso pode ser evitado com uma abordagem “polyserver”: por exemplo, ao interpolar entre serviços de VPN mais discretos ou mudar para diferentes IPs de servidores no mesmo fornecedor.

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