Vitreo lança o primeiro fundo de finanças descentralizadas (DeFi) do Brasil – Money Times

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A chegada do fundo ao portfólio da gestora coincide com o incremento do número de investidores com recursos alocados nesse tipo de ativo (Imagem: Facebook/Vitreo)

A partir desta quinta-feira (8), a Vitreo lança um fundo de investimentos focado em criptoativos do setor de finanças descentralizadas (DeFi), chamado Vitreo Cripto DeFi FICFIM IE.

DeFi se referem a novas tecnologias financeiras que dão autonomia a usuários sobre sua própria vida financeira, tirando o foco de bancos e grandes instituições e focando em serviços mais acessíveis.

O resultado é voltado para investidores qualificados, com alocação inicial de R$ 5 milénio, taxa de gestão totalidade de 1,5% ao ano e taxa de performance de 20% sobre o que ultrapassar o ICE US Treasury Short Bond Índice TR + mais 2% (em reais).

A carteira do fundo é inspirada nas ideias do relatório “Ações Exponenciais” da Empiricus, a maior vivenda de estudo independente do Brasil.

A chegada do fundo ao portfólio da gestora coincide com o incremento do número de investidores com recursos alocados nesse tipo de ativo.

De tratado com um levantamento da Binance Research, essa tecnologia de investimento registrou mais de um milhão de usuários em 2020, uma subida de 2.300% em confrontação com o ano anterior.

Aliás, o volume de investimentos nas plataformas da classe saiu de US$ 697 milhões no termo de 2019 para US$ 52 bilhões em 2020.

“O DeFi é uma classe de investimentos, dentre as criptomoedas, também ancorada em sistemas uma vez que empréstimos, seguros e pagamentos. O que difere do padrão tradicional é que todas essas transações são feitas por criptoativos distribuídos em plataformas de blockchain e não estão vinculadas a bancos e seguradoras”, explica George Wachsmann (Jojo), sócio e dirigente de gestão da Vitreo.

De tratado com o gestor, sem uma instituição intermediando essas operações, a perspectiva de lucro cresce para o investidor. “O setor que coordena essas transações vale trilhões de dólares e os agentes que mais lucram são os próprios bancos”, diz Wachsmann.

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