Viajantes já podem obter o Certificado Pátrio de Vacinação de Covid-19

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Certificado de vacinação de COVID-19

Crédito: Tânia Rêgo/Filial Brasil


Dados do IPC Maps, instituto especializado em potencial de consumo brasiliano, apontam que os brasileiros devem gastar mais com viagens até o termo de 2021, em relação ao totalidade de 2020, mais ainda aquém do patamar pré-pandemia (2019). À medida que alguns países flexibilizam a ingressão de brasileiros totalmente imunizados contra o novo coronavírus, o turista que deseja viajar precisa entender porquê enunciar o certificado de vacinação de COVID-19, haja vista que, apesar de não subsistir uma normativa internacional publicada, alguns países estão aceitando o Certificado Pátrio de Vacinação contra COVID-19 porquê comprovante de vacinação.

O Certificado Pátrio de Vacinação COVID-19 é um documento que comprova a vacinação do cidadão contra a COVID-19. O Ministério da Saúde disponibiliza, através do Conecte SUS Cidadão, a possibilidade de o cidadão visualizar, salvar e imprimir o certificado.

Depois a desenlace do ciclo vacinal, o registro da vacinação deverá ser inserido nos sistemas de informação integrados à Rede Pátrio de Dados em Saúde. Com esses dados enviados e processados, eles são apresentados de forma automática no Conecte SUS. A partir desse momento, o cidadão poderá enunciar, no serviço vacina do aplicativo ou na versão web do Conecte SUS Cidadão. 

O documento poderá ser emitido nos idiomas português, inglês e espanhol e apresenta informações com dados cadastrais do vacinado, data e horário da emissão do certificado, dados de autenticação do certificado, e informações sobre as doses de vacinas administradas. No momento, leste documento é válido somente em território vernáculo e tem validade de doze meses a partir da data de emissão. A autenticação do documento pode ser realizada pelo leitor de QR Code do próprio APP Conecte SUS, usando as câmeras nativas do dispositivo, ou pelo site Valida Certificado: https://validacertidao.saude.gov.br/.

Outro pré-requisito neste momento é o seguro-viagem. Quanto à questão da cobertura para pandemias, o contrato de seguro-viagem previa de forma expressa a exclusão dos eventos ocorridos em consequência de epidemias e pandemias. Ainda assim, algumas seguradoras apresentaram mudanças em sua postura, passando, portanto, a permitir a cobertura de eventos decorrentes da COVID-19.

O seguro-viagem ganhou ainda mais influência e o intuito tem sido comprar produtos mais completos e robustos, além exclusivamente da negociação de preços. Os planos de seguro-viagem devem oferecer pelo menos uma das seguintes coberturas básicas: despesas médicas, hospitalares e odontológicas, traslado de corpo, volta sanitário, traslado médico, morte em viagem, morte casual em viagem e invalidez permanente totalidade ou parcial por acidente em viagem. No caso de viagem ao exterior, é obrigatória, ainda, a contratação das coberturas despesas médicas, hospitalares e odontológicas, traslado de corpo, volta sanitário e traslado médico. Outras coberturas podem ser oferecidas desde que estejam relacionadas com a viagem objeto do seguro contratado, por exemplo: perda ou roubo de bagagem, funeral, cancelamento de viagem e volta antecipado

Para a Head de Marketing e Do dedo da Coris Brasil Seguro Viagem, Tais Mahalem, a contratação de seguro-viagem, antes, durante, ou pós-pandemia é de suma influência. ‘Alguns destinos, principalmente os internacionais, não oferecem chegada à rede pública hospitalar a estrangeiros. Por isso, é preciso se antecipar, visto ser mais uma tranquilidade aos viajantes para caso possam vir a precisar de atendimento médico.’, informa. Quanto aos destinos internacionais, é preciso lembrar que nem todos os países oferecem chegada à rede pública hospitalar a estrangeiros, o que exclusivamente confirma a urgência de contratar esta modalidade de seguro.

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