União Europeia propõe regras para lucidez sintético de ‘cume risco’ | Tecnologia

0
40

A União Europeia revelou nesta quarta-feira (21) um conjunto de propostas para regulamentar o uso de tecnologias de lucidez sintético no conjunto.

A percentagem que rascunhou o texto indicou que a tecnologia não poderia ser utilizada em cenários de “cume risco”, uma vez que uso de reconhecimento facial para vigilância em tamanho.

As autoridades querem impor regras para a utilização de sistemas automatizados que selecionem pessoas para vagas de ocupação, em escolas e para empréstimos.

O grupo também quer proibir completamente o uso da lucidez sintético em casos considerados muito arriscados, uma vez que sistemas de “pontuação social” que julgam as pessoas com base em seu comportamento e traços físicos.

“Com essas regras históricas, a União Europeia está liderando o desenvolvimento de novas normas globais para prometer que a lucidez sintético possa ser confiável”, disse Margrethe Vestager, vice-presidente da Percentagem Europeia para a era do dedo, em uma enunciação.

Vestager disse que a proibição do uso de reconhecimento facial para identificar pessoas em tempo real em meio a uma poviléu é importante pois “não há espaço para a vigilância em tamanho em nossa sociedade”.

O documento prevê algumas exceções para essa tecnologia, uma vez que buscas de crianças desaparecidas, fugitivos ou prevenção de ataques terroristas.

  • SAIBA MAIS: Aumento do uso de reconhecimento facial pelo poder público no Brasil levanta debate sobre limites da tecnologia

Alguns parlamentares e grupos de recta do dedo temem que isso crie uma brecha para justificar o ocupação das soluções no horizonte, segundo a sucursal de notícias Associated Press.

O descumprimento das regras poderia resultar em multas de até 30 milénio euros (R$ 200 milénio, na cotação atual) para pessoas físicas. Para empresas as sanções poderiam chegar até 6% da receita anual global.

As propostas ainda precisam ser debatidas pelos parlamentares da União Europeia em um processo que pode levar anos.

Reconhecimento facial é mira e críticas

Uso de sistemas de reconhecimento facial na segurança pública é mira de críticas de especialistas, por preocupações com privacidade e com a precisão desse tipo de tecnologia.

  • SAIBA MAIS: Huawei testou sistema de reconhecimento facial que emitia alerta de conciliação com etnia, diz jornal

Em junho pretérito, depois o homicídio de George Floyd na cidade de Minneapolis, a IBM anunciou que não iria mais desenvolver e pesquisar tecnologias de reconhecimento facial, alegando riscos de privacidade e possíveis injustiças caso a tecnologia fosse usada por forças policiais.

Pouco depois, a Amazon anunciou uma moratória de um ano para o uso da sua plataforma chamada “Rekognition”, mas disse planejar voltara vendê-la depois regulamentações do setor nos EUA, que ainda engatinha.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui