Uma vez que manter a cultura organizacional viva em tempos de pandemia – Quadra Negócios

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(Foto: Getty Images)

A pandemia do Coronavírus acelerou o processo de transformação do dedo nas empresas. O mercado avançou de cinco a dez anos, dependendo do segmento, da geografia, do comportamento do consumidor sítio, da maturidade da indústria. Independentemente do proporção de aceleração, o vestimenta é que estamos vivendo agora o que seria um porvir próximo.

Na era do dedo, a cultura organizacional é a grande vantagem competitiva das empresas. Produtos, processos e tecnologia podem ser copiados e melhorados. Os chineses, aliás, têm oferecido uma lição sobre uma vez que fazê-lo, sem preconceitos. Mas a cultura, que está por trás das empresas inovadoras, esta sim é difícil de replicar e, por isso, é uma vantagem sustentável. É a cultura que permite que a empresa se mantenha inovadora o tempo todo. É o chamado “secret sauce” de organizações uma vez que Apple, Google e Amazon.

Mas uma vez que manter a cultura organizacional num momento uma vez que leste, com todos os times isolados, trabalhando em regime de home office? Uma vez que engajar novos colaboradores nos valores que formam a cultura numa rotina de isolamento? Leste não é um duelo somente para o RH das empresas. É um duelo para todos os gestores das organizações.

O processo de transmigração para o home office tem sucedido em três momentos distintos. Num primeiro momento, a preocupação foi com a tecnologia necessária para o trabalho remoto com eficiência e segurança. Em seguida, veio o foco no envolvente de trabalho. Questões uma vez que ergonomia dos móveis usados (cadeira principalmente), fones adequados, estímulos que prejudicam a produtividade, urgência de exercícios físicos ao longo do dia. Agora entramos numa terceira lanço, onde a saúde mental é prioridade. E é neste estágio, em que o estado emocional dos colaboradores precisa ser zelo, que a cultura enfrenta seu maior duelo.
As empresas realmente preocupadas com a preservação dos valores que compõem sua cultura organizacional  têm buscado soluções alternativas nestes tempos de quarentena.

O balanço entre vida pessoal e profissional é um ponto de atenção importante. O home office que estamos fazendo hoje não é aquele que muitos faziam antes da pandemia. Leste conta com toda a família dentro de lar, o que significa uma novidade dinâmica. As atividades domésticas se misturam necessariamente com as profissionais, todos os dias. Os cuidados com a higiene são inéditos e impõem novos hábitos. Tudo é dissemelhante daquele home office que muitos já praticavam, de forma espontânea e não, uma vez que hoje, uma vez que única selecção provável.

A informação entre os líderes e seus times e entre os pares nas organizações ganhou uma relevância ainda maior. Os corredores e cafés dos escritórios não estão mais presentes e não servem uma vez que facilitadores da informação informal, tão presente em qualquer empresa. Os ambientes modernos, com pufes coloridos, salas de jogos ou áreas de descompressão não fazem mais secção do nosso dia a dia. Nos últimos anos, eles viraram espaços obrigatórios na maioria das organizações. E isto aconteceu porque as pesquisas acadêmicas e a experiência prática demonstraram que ambientes assim fomentam discussões que geram soluções inovadoras, ajudam a engajar as pessoas na cultura da empresa, unem os times e melhoram o clima organizacional. Esses encontros desestruturados são partes importantes do processo. E agora precisam ser substituídos por videoconferências alternativas.

Os esforços têm sido grandes para que as reuniões virtuais incorporem os elementos essenciais que ajudam a manter a cultura viva. Há grupos fazendo almoços virtuais, happy hours à intervalo, sessões motivacionais, webinars e cursos. Já começam a surgir plataformas tecnológicas que ajudam a organizar diversas dessas iniciativas. Tudo é válido para se testar nesse momento único e inédito. Não há na literatura acadêmica ou empresarial uma receita para líderes manterem a labareda da cultura acesa numa situação uma vez que a atual. Por isso é importante testar. O ser humano tem uma grande capacidade de adaptação. É hora de usá-la para que se atravesse esta crise com o menor prejuízo à maior vantagem competitiva que uma empresa pode ter nos dias de hoje.

* Item originalmente publicado na edição de junho de Quadra Negócios.

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