Uma vez que lideranças femininas estão ganhando protagonismo e desafios inéditos – Vogue

0
33
Links Patrocinados

Betânia Tanure e Maria Arminda Arruda (Foto: Pilha pessoal /Reprodução/ Facebook)

São indiscutíveis os impactos na força de trabalho feminina no último ano e meio. Por outro lado, se abriu no mesmo período um espaço de protagonismo inédito para o estilo de gestão atribuído às mulheres. Sim, a mesma pandemia que já deixou porquê legado um retrocesso de ao menos três décadas na jornada por isenção de gênero e, conforme previsões do Fórum Econômico, atualizou a previsão de paridade entre homens e mulheres para daqui a 135 anos; também deu diversas amostras de porquê mulheres foram as melhores líderes nas questões mais críticas. Vale para o enorme interino de profissionais da saúde do sexo feminino – tapume de 70% de quem estava no front – até chefes de Estado.

“As características femininas estão relacionadas ao desvelo, um pouco absolutamente relevante em uma crise desta natureza”, explica Betânia Tanure, sócia-fundadora da consultoria que leva seu nome e por mais de duas décadas foi diretora de desenvolvimento de executivos e empresas na Instauração Dom Cabral. “As mulheres, além de mais empáticas, tendem a ser também mais flexíveis e autocráticas que os homens”, complementa a executiva. Ao menos na esfera pública, a avaliação de Betânia faz totalidade sentido. Foram os países dirigidos por elas que tiveram os melhores resultados no vértice pandêmico. Até 2018, elas eram somente 10 dos mais de 150 governantes eleitos nos países e somente um quarto dos membros dos parlamentos no mundo todo.

Mas, durante a escalada global da COVID-19, Katrín Jakobsdóttir e Jacinda Ardern, respectivamente primeiras-ministras da Islândia e da Novidade Zelândia, Tsai Ing-wen, presidente do Taiwan, e Angela Merkel, chanceler alemã, foram algumas das líderes que se destacaram pelas medidas que colocaram em curso. Embora as características das economias e os indicadores de desenvolvimento humano das nações comandadas por elas tenham sido essenciais para a meio bem-sucedida de uma crise desta magnitude, contaram também a postura firme que sustentou decisões pouco populares porquê a exigência de testagem em volume, limites espartanos de circulação pública e um fechamento rígido das atividades comerciais.

Caminho inverso por força da sobrecarga

Por força do acúmulo histórico de papéis, mulheres tendem a trazer um olhar mais diverso para embasar suas decisões. E é também esta sobrecarga que justifica o traje de serem mais adaptáveis. Conforme a socióloga Maria Arminda do Promanação Arruda, coordenadora do escritório USP Mulheres e diretora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras das instituição, quando as primeiras profissionais do sexo feminino começaram a entrar na força de trabalho, passaram a reunir obrigatoriamente os deveres domésticos e o cuidar dos filhos. “Não foi um envolvente pronto para a chegada delas. Elas se lançaram a mais oriente duelo, tendo que ser obrigatoriamente mais flexíveis com as circunstâncias”, aponta a acadêmica.

+ Carolina A. Herrera no Vogue Negócios

As consequências dessa ingressão desigual no mercado se fazem presentes até os dias de hoje e ficaram mais expostas na pandemia, seja marginalizando aquelas de classes mais baixas, que sem rede de espeque para crianças foram empurradas para o desemprego, ou levando as que ascendiam no mercado corporativo a repensar e até ceder a curso. “As muitas dimensões dessa crise provocaram muitas reflexões para homens e mulheres, pois escancarou muitas coisas e mormente o desequilíbrio dos papéis familiares”, avalia Betânia Tanure. Em uma pesquisa recente conduzida por sua empresa, ela constatou que 88% dos executivos e executivas ouvidos reconheceram nunca terem pretérito por um pouco tão possante na vida e o impacto nas relações conjugais foi tremendo: 42% dizem ter se separado ou estar neste caminho.

Betânia acredita ainda que devem mudar substancialmente, a forma porquê as pessoas vivem, consomem e trabalham. E neste último paisagem, para lideranças femininas ou mulheres que seguiam rumo ao topo, é razoável que sintam a urgência e o recta de desacelerar. “O que ocorre, porém, é que daqui para frente as oportunidades de curso não serão as mesmas para quem optar por pausar a curso. É uma questão de proveito de cultura que não se terá”, pondera.

Elas por elas

Em quase qualquer cenário, as possibilidades para essas mulheres que deixaram ou cogitam deixar a força de trabalho estarão principalmente nas mãos de lideranças femininas. Para Maria Arminda, seja no contextura de atividades docentes ou no envolvente corporativo, ser mulher é uma imensa responsabilidade no mundo contemporâneo. “As pautas e as bandeiras em prol da paridade de gênero envolvem uma responsabilidade suplementar de todas nós”, afirma.

Caberá ainda às líderes que persistiram, cuja capacidade empática fez notável diferença na gestão da pandemia, buscarem oferecer alternativas possíveis para o retorno ou permanência de talentos femininos. Conforme o estudo “Líderes brasileiras e o que elas pensam”, orientado pela KPMG, há ciência deste papel. Entre as executivas entrevistadas, 39% mencionam a valimento do enfrentamento à desigualdade social, que fatalmente passa pelos esforços de paridade de gênero. Outras 45% destacam que o combate a desigualdade entre os sexos é o principal fator de pressão por segmento de seus stakeholders.

+ Uma vez que colocar a multiplicidade em prática de verdade nas empresas

Por termo, a maioria delas declara que, pelo alcance de maior presença feminina nas empresas, estão atentas ao noção de liderança que “inspira” ao invés de pressionar e que anseia por um padrão de trabalho que permita a elas mesmas e aos seus funcionários e funcionárias, manter o estabilidade entre vida pessoal e profissional. Um duelo que, de convénio com Betânia Tanure, precisará conciliar a perspectiva dos clientes e por resultados com o responsabilidade por ser sustentável.

Links Patrocinados

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui