Uma vez que a internet pode te ajudar a estudar língua portuguesa

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A tecnologia pode dar uma força quando o tópico é aprender. Várias disciplinas estão presentes em aplicativos, plataformas e até mesmo canais no YouTube, e a língua portuguesa é uma delas. Com isso em mente, o Canaltech traz algumas sugestões que podem ajudar quem precisa estudar para prestar vestibulares, provas, ou unicamente para substanciar o tirocínio mesmo.

Canais do YouTube

No YouTube, vários professores se aventuram em compartilhar seus conhecimentos por meio de videoaulas. É o caso de Letícia Góes, do meio Português com Letícia, que une mais de 400 milénio inscritos. A professora conta que, no início, relutou bastante em fazer o meio porque trabalhava em duas escolas e tinha uma rotina muito corrida, mas, em janeiro de 2018, acabou criando. Logo depois, saiu de uma das escolas para se destinar mais ao meio.

Letícia conta que é professora de escola pública há mais de dez anos, e sente muitas diferenças entre falar para trinta alunos e falar para uma câmera. “Na sala de lição, além dos problemas estruturais do sistema educacional, temos de mourejar com desatenção e indisciplina, interferências que não existem na hora de gravar. Por outro lado, quando estamos ao vivo, olhamos nos olhos dos alunos e sabemos se eles estão acompanhando e compreendendo, o que é determinante para comandar o ritmo da lição”, afirma.

“A gravação para o YouTube exige mais preparação, porque eu entendo que o público será muito mais diverso do que os alunos de mesma filete etária da sala de lição. No YouTube, tenho alunos de muitas idades, assistindo às aulas com diferentes objetivos, por isso, na hora de preparar, eu cuido para que a abordagem possa contemplar perfis diversos. Há, entretanto, uma semelhança entre a escola e a internet: o barranco educacional provocado pela desigualdade social. A instrução de qualidade, a que todos têm recta, não é veras para muitos”, acrescenta a professora.

Questionada sobre os principais desafios de ser uma EduTuber, Letícia aponta: “O primeiro deles é trazer o envolvente de trabalho para a minha morada; os limites entre trabalhar e repousar nem sempre são claros e aí entra outro grande repto: mourejar com a enorme fardo de trabalho. À medida que o nosso público no YouTube cresce, eu sinto que minha responsabilidade é cada vez maior. Para preparar uma lição, costumo consultar cinco ou seis gramáticas diferentes. Aliás, surgem novas ideias e demandas: no final de 2019 lançamos um site e atualmente temos um curso focado em concursos públicos e um curso voltado para o uso da Língua Portuguesa no envolvente profissional”.

Durante a conversa com nossa equipe, Letícia ainda afirmou que com a subida das redes sociais, aprender tornou-se mais fácil, uma vez que existem muitos conteúdos gratuitos disponíveis. “As pessoas aprendem de formas diferentes, em ritmos diferentes e, nos ambientes virtuais, há uma variação não só de conteúdos, mas também de abordagem. Logo, o estudante tem a possibilidade de encontrar o mesmo tópico sendo abordado de formas distintas, o que amplia as chances de compreensão”, reflete a criadora de teor.

No entanto, a professora destaca que, embora haja, nas redes sociais, muitos conteúdos relevantes e que facilitam a aprendizagem, trata-se de um envolvente muitas vezes talhado ao entretenimento. “O estudante precisa ter uma disciplina para estipular o tempo de estudo e não se distrair, já que os estímulos são muitos e a tentação de observar a um outro teor sugerido é grande”, afirma.

Segundo Letícia, para estudar pela internet, é necessário aprender a pesquisar. Há muito teor disponível e o estudante precisa filtrar, julgar e escolher. “Esse processo é bastante interessante porque desenvolve o tino crítico, particularidade preciosa para os estudos e para a vida. Aliás, é necessário ter disciplina: escolher um cronograma de pacto com o objetivo a ser conseguido, estabelecer uma rotina e, durante os momentos de estudo, silenciar os aplicativos de entretenimento e de troca de mensagens, fechar as abas e estar concentrado”, declara.

Por término, questionada sobre os aprendizados trazidos por sua curso no YouTube, observa: “Acredito que meu maior tirocínio com o Português com Letícia foi me dar conta de que sempre há um tanto novo para aprender. Isso criou em mim um tino crítico maior em relação às gramáticas. Até logo, quando surgiam dúvidas, eu consultava um único responsável. Agora, para preparar uma videoaula, eu consulto várias gramáticas diferentes para confrontar os entendimentos e as abordagens. Eu tenho mais questionamentos em relação ao Português agora do que eu tinha antes porque estar no YouTube me deixou mais curiosa e estimulada”.

Plataformas

Aplicativos, plataformas e canais no YouTube são algumas maneiras da tecnologia ajudar o internauta a estudar a língua portuguesa (Imagem: fotografierende/unsplash)

Em contrapartida, os aprendizados online não se imitam unicamente ao YouTube. Várias plataformas voltadas aos vestibulares, por exemplo, trazem conteúdos da língua portuguesa. A própria Letícia conta com uma plataforma paga, com conteúdos que vão além do que ela oferece gratutiamente em seu meio. Uma semelhante é a do professor Noslen, que também conta com planos mensais, trimestrais e anuais, todos destinados ao tirocínio da disciplina em questão.

Dissemelhante das plataformas anteriores, que contam com planos, na Superprof os alunos pagam por lição. O usuário pode inserir o nível de português que possui (se está no ensino fundamental, médio, universidade) e aparecem vários professores disponíveis para dar lição por meio de vídeo para aquele nível específico.

Há sites gratuitos também, porquê o Gramática on-Line, devotado a conteúdos de fonética, morfologia, sintaxe e até mesmo produção de textos. Enquanto isso, o Só Português traz conteúdos, exercícios, provas on-line, artigos, jogos, curiosidades e até mesmo fóruns de discussão a saudação da disciplina.

Já a Khan Academy vem de uma Organização sem fins lucrativos, visando oferecer de maneira totalmente gratuita as disciplinas (o que inclui a língua portuguesa, simples) da grade básica e também cursos livres. O foco está nos Ensinos Fundamental e Médio. O site disponibiliza alguns cursos por meio de vídeos.

Aplicativos

Os famosos apps também podem ajudar a aprender essa disciplina. Pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP desenvolveram o Corretor Inteligente de Redações Automático (CIRA), que corrige uma redação de maneira automática. Gratuito (Android, versão web), o app não unicamente dá uma nota para a redação, porquê também grifa em vermelho os erros presentes no texto, com recta a uma breve explicação sobre o porquê daquela termo estar errada.

E já que tocamos no tópico redação, o Léxico Sinônimos Offline (Android) pode te ajudar na tarefa. Isso porque ele traz, em seguida uma rápida procura, sinônimos para a termo que você deseja usar, impedindo que a redação tenha repetições.

Enquanto isso, o aplicativo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, VOLP (Android, iOS) foi criado pela famosa Ateneu Brasileira de Letras (que é composta de escritores renomados e é o principal órgão que protege e incentiva nossa língua no Brasil e no mundo) e é talhado ao estudo de gramática, com recta a verbetes e classificações gramaticais. Vale ressaltar que o app está de pacto com o novo Contrato Ortográfico.

Já o app Português Panda para Concursos e Provas (Android) trabalha com simulados de português (que conta com as 1000 questões de concursos mais comentadas) e vídeoaulas (1000 vídeoaulas organizadas em um catálogo). Também há 12 modos de treinamento, além de recursos porquê tradução de texto.

Ensino infantil

O público infantil também consegue aprender a língua portuguesa com o auxílio da tecnologia (Imagem: Reprodução/Rawpixel)

Para as crianças, também não falta teor online. Desenvolvido pelo Instituto ABCD, o app EduEdu (Android) possui avaliações e materiais didáticos de língua portuguesa para crianças que estão entre o 1º e 3º ano do ensino fundamental, e também atende os anos finais da Instrução Infantil, crianças de 4 e 5 anos, contribuindo para o desenvolvimento de alunos com alguma dificuldade de tirocínio. Depois uma avaliação inicial, o EduEdu identifica quais pontos a moçoilo precisa melhorar e desenvolve atividades personalizadas para cada uma. Além de seguir a evolução do usuário, monitora o processo, gerando novas atividades. Vale ressaltar que o aplicativo é completamente gratuito.

No YouTube, o meio da professora Maria Izabel Ferreira ajuda com breves aulas destinadas aos pequenos, várias delas focadas justamente na alfabetização. A proposta do meio Instrução Infantil Divertida é muito semelhante: facilitar na alfabetização, focando principalmente em assuntos porquê as sílabas, consoantes, vogais, os sons das letras, etc.

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