“Transformar a instrução deixou de ser oportunidade para se tornar um imperativo” – Idade Negócios

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“Acho que usaremos o efeito catalisador da pandemia porquê uma oportunidade de reimaginar de forma ousada nossos sistemas educacionais globalmente”, diz Anthony Salcito, VP de Instrução Global da Microsoft (Foto: Divulgação)

No último ano, profissionais de todo o mundo tiveram de aprender a trabalhar e colaborar virtualmente. O resultado do home office, porquê percebemos, não depende exclusivamente do desempenho pessoal –envolve desde a infraestrutura disponível em mansão até as outras pessoas que também moram ali. E, não há incerteza de que as novas gerações chegarão ao mercado de trabalho mais muito preparadas para enfrentar realidades porquê as que experimentamos desde o início da pandemia.  

Crescer contornado de novas tecnologias ajuda. Mas o ponto-chave, segundo Anthony Salcito, VP de Instrução Global da Microsoft, é aprender a explorar suas possibilidades. Esse foi o duelo de muitos educadores no último ano. “A tecnologia vai nutrir a paixão nos alunos que dizem que querem mudar um tanto. É mal queremos que eles saiam da escola e é disso que trata o mundo do trabalho”, diz.

Em entrevista a Idade NEGÓCIOS, o executivo falou sobre as transformações da instrução em meio à crise do novo coronavírus e sobre os desafios e as oportunidades que vêm com elas. Segundo ele, vivemos hoje um ponto de viradela. “Transformar a instrução deixou de ser uma oportunidade para se tornar um imperativo. Acho que usaremos o efeito catalisador da pandemia porquê uma oportunidade de reimaginar de forma ousada nossos sistemas educacionais globalmente”, defende.

Leia os principais trechos da entrevista:

Em entrevista a Idade NEGÓCIOS em 2018, você disse que, mais do que tecnologia, precisávamos motivar professores e alunos para melhorar a instrução. Três anos e uma pandemia depois, onde você acha que estamos nesse quesito?
A verdadeira mudança acontece com as pessoas. Durante esta crise, os educadores colocaram os alunos em primeiro lugar. Começaram a lição com reflexões sobre o bem-estar emocional, sobre porquê os estudantes estão se sentindo, sendo mais humanos. Obviamente as ferramentas digitais são úteis, mas é essa conexão pessoal que impulsiona a mudança. A outra coisa que eu diria, e isso é o mais importante que o Brasil e todos os países reconheçam, é que antes da pandemia havia muitos professores que temiam o surgimento da tecnologia. Pensavam que quanto mais computadores e mais tecnologia fosse usada, menos valiosos eles seriam. O que o mundo aprendeu, e certamente a Microsoft já sabia, foi o valor e o papel dos professores. Os pais que tiveram a chance de vê-los trabalhando com seus filhos perceberam claramente o papel e o impacto que os professores podem ter. Logo, acho que finalmente superamos essa visão da tecnologia porquê um tanto que diminui o papel dos professores e das pessoas. À medida em que superarmos a pandemia, temos de manter isso simples e valorizar o papel que os professores têm, podem ter e terão na definição do horizonte.

O último ano nos mostrou o quanto podemos fazer remotamente, mas também evidenciou o valor das experiências e conexões presidenciais, principalmente na instrução infantil. Porquê você acha que essa experiência mudou e mudará a forma porquê educamos?
No início da pandemia, vimos educadores e líderes escolares imitarem, no envolvente online, o que acontecia nas salas de lição. Mas isso se tornou muito difícil de sustentar. A fadiga do dedo se tornou uma verdade. Eles aprenderam rapidamente a premência de misturar diferentes ferramentas e formatos, usando o tempo juntos de uma forma muito mais propositado. Os alunos podem, por exemplo, presenciar a um palestrante em qualquer momento do dia, e depois passar o resto dele refletindo sobre isso e compartilhando seus pensamentos por meio de ferramentas digitais. Essa mistura de experiências ficou cada vez mais inteligente ao longo dos últimos meses. Isso é importante porque, em muitas partes do mundo, os alunos voltaram às aulas. E uma das coisas que ouvimos dos professores é que seus alunos têm questionado por que não puderam simplesmente fazer o que fizeram naquele dia online. Acho que precisaremos ter um propósito muito mais simples sobre porquê usar nosso tempo juntos para seguir em frente posteriormente a pandemia. E a dinâmica de aprendizagem do horizonte será muito mais centrada no aluno e muito mais maleável para atender as necessidades e aspirações de aprendizagem de cada párvulo. Temos visto ferramentas porquê o Microsoft Teams e o Office 365 sendo usadas para possibilitar a colaboração e desenvolvimento de projetos, e essa será uma habilidade que os alunos levarão consigo para o mundo do trabalho.

Você vê tecnologias de verdade virtual e recursos porquê hologramas sendo utilizados amplamente nas salas de lição?
Essa é certamente uma espaço em que a Microsoft tem feito muitos trabalhos, tanto com dispositivos HoloLens quanto com o suporte à verdade mista do Windows. Uma das coisas que está ligada a isso é a premência de tornar os alunos mais engajados e imersos no tirocínio. Porquê mantemos os alunos envolvidos? Porquê damos a eles experiências que despertam seus interesses e sua compreensão? Eu não acho que tudo vai se transformar em hologramas, em verdade virtual ou aumentada. Mas acho que usar essas ferramentas para aprofundar a compreensão e a avaliação entregando coisas que não eram possíveis, dando aos alunos experiências que podem despertar sua imaginação ou perceptibilidade, certamente é bom. Vemos que o tirocínio fundamentado em papel ainda está acontecendo no mundo da pandemia. Tudo isso faz segmento da tecnologia combinada: ela não necessariamente substitui essas coisas, exclusivamente adiciona a capacidade de o professor se conectar com seus alunos e compreender seu progresso e envolvimento.

O mercado de trabalho também passou a exigir novos tipos de habilidades. Porquê isso se reflete na instrução?
O envolvente de trabalho está mudando e se tornando muito mais do dedo. O lugar onde você trabalha está se tornando menos importante, assim porquê onde você aprende está se tornando mais franco. Uma das coisas sobre o que devemos refletir é que a maneira porquê os alunos aprendem todos os dias é muito semelhante à maneira porquê as pessoas trabalham todos os dias. Acho que isso terá um grande valor para que os alunos desenvolvam as habilidades, a compreensão e o conforto com o novo sítio de trabalho que está se desenvolvendo. E embora o papel do do dedo nas empresas esteja aumentando, as instituições precisam reconhecer que os alunos que são ótimos em edificar relacionamentos, que assumem riscos, que estão desenvolvendo resiliência sobre porquê aprendem e resolvem problemas e que são apaixonados pelo que fazem são o que precisamos no envolvente de trabalho. A tecnologia vai nutrir essa paixão nos alunos que dizem que querem mudar um tanto. Eles vão precisar usar dados e perceptibilidade sintético para ajudar a resolver seus problemas ou ter transparência sobre seus pensamentos. É mal queremos que os alunos saiam da escola e é disso que trata o mundo do trabalho. Certamente haverá premência de habilidades em tecnologia, mas essa é uma pequena porcentagem. O que precisamos que todos olhem nas escolas é sobre porquê usar a tecnologia para fazer as coisas.

Quais foram os principais desafios da Microsoft no último ano?
Conforme escolas se digitalizavam rapidamente, tivemos de estar abertos para estribar países e líderes na transmigração para a nuvem. Tivemos de continuar investindo no treinamento de professores e em ajudá-los a entender porquê usar essas ferramentas de forma mais eficiente. E reconhecemos a premência de gerar paridade em todo o envolvente de aprendizagem, não exclusivamente disponibilizando nossas ferramentas gratuitamente, mas também pensando na combinação offline e online. Também aprendemos muito com a comunidade de educadores que ensinaram remotamente pela primeira vez. Fizemos inovações significativas para o Microsoft Teams durante a pandemia, seja expandindo os recursos de colaboração, porquê as breakout rooms, ou lançando o Modo Juntos, que permite que os alunos vejam uma conexão oriundo entre si em um espaço físico. Isso favorece o envolvimento do aluno e permite ao educador a sentir o pulso da escola. Também adicionamos ferramentas que permitem aos professores iniciar cada lição com uma verificação de porquê os alunos estão se sentindo. Tivemos de aprender porquê otimizar nossas ferramentas para responder ao feedback dos professores durante a pandemia.

Quais são os desafios e as oportunidades daqui em diante?
Toda a experiência desse último ano está nos levando a uma temporada em que precisamos reimaginar o que é verosímil na instrução. Qual é o papel do educador e porquê isso mudou? Qual é a definição de estar na escola? Porquê estamos usando dados para desenvolver ambientes de aprendizagem mais flexíveis para os alunos? Acho que todas essas coisas serão o próximo duelo. Na verdade, essas eram coisas que já aconteciam antes da pandemia. Transformar a instrução deixou de ser uma oportunidade para se tornar um imperativo. Acho que usaremos o efeito catalisador que essa pandemia criou porquê uma oportunidade de reimaginar de forma ousada nossos sistemas educacionais globalmente. Precisaremos fazer isso de forma colaborativa e reconhecer que não vai ocorrer da noite para o dia. Mas temos uma grande oportunidade de transformar a instrução no pós-pandemia. E a Microsoft está animada para ajudar os líderes escolares tornar essa transformação real.

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