Trabalhadores autônomos podem prometer renda mensal durante encolhimento do trabalho pela Covid; Entenda

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O dentista Carlos Rodriguez passou por maus bocados no ano pretérito. Em julho de 2020 foi internado com sintomas da Covid-19. Ficou internado durante 22 dias, passou pela intubação, reagiu, teve subida hospitalar, mas ficou 35 dias semoto do trabalho. Contando com o período em que precisou fazer restauração, através de fisioterapia, foram dois meses sem ir à clínica odontológica onde atua. “O seguro veio para me facilitar. Minha esposa acionou a seguradora e, pretérito o período de carência, que no meu caso foram 12 dias, comecei a receber uma renda mensal porquê se estivesse trabalhando”. disse ele.

O auxílio ao qual Rodriguez se refere é o Seguro de Renda por Incapacidade Temporária (Serit), que garante renda mensal, em caso de encolhimento do trabalho por acidente, cirurgia ou doença grave. Foi uma das modalidades de seguro privado que mais cresceu durante a pandemia. O Serit quase sempre faz secção das coberturas adicionais que podem ser acrescentadas ao seguro de vida, mas também pode ser contratado à secção.

Segundo a Confederação Vernáculo das Seguradoras (CNseg), o segmento de Vida e Previdência teve um desenvolvimento 10,3% no primeiro trimestre de 2021, em verificação ao mesmo período de 2020. No Nordeste, a demanda foi ainda mais expressiva. “Na nossa região o incremento foi em torno de 15% nascente ano”, afirma Henrique Jenkis, diretor do Sindicato das Seguradoras do Setentrião e Nordeste.

Henrique explica que o seguro de renda por incapacidade temporária é talhado a profissionais liberais porquê médicos, advogados, arquitetos, enfermeiros, entre outros profissionais que tem sua renda atrelada ao desempenho de uma atividade autônoma, mas zero impede que trabalhadores assalariados também recorram ao seguro. “O trabalhador de carteira assinada geralmente prefere recorrer a Previdência em caso de encolhimento do trabalho, mas ele pode complementar com o seguro”, explica Henrique.

CONDIÇÕES

Em relação aos profissionais que podem recorrer ao seguro de renda temporária, existem algumas limitações que variam de tratado com a seguradora. “Cada seguradora tem suas condições gerais mas a abrangência é ampla. Vai de médico a taxista, de caminhoneiro a gestor de empresas. Algumas aceitam determinadas profissões, outras não, por isso é bom recorrer a um corretor de seguros que pode lastrar a premência do cliente com o que o mercado tem a oferecer”, salienta Carlos Valle, presidente do Sindicato das Corretoras de Seguros de Pernambuco.

Entre as regras gerais do Serit, está a premência de o segurado estabelecer o valor que deseja receber, por diária ou mensalmente, em caso de encolhimento temporário do trabalho. Oriente valor deve ser equivalente ao que o segurado recebe por sua atividade e tem um limite supremo entre R$ 30 milénio e R$ 40 milénio mensais, dependendo da seguradora. “O segurado precisa fundamentar seus rendimentos, geralmente através da enunciação do Imposto de Renda”, informa Mônica Muniz, gerente de negócios na Sicredi Recife.

Mônica explica ainda ouros detalhes porquê o limite de idade para o segurado e o tempo supremo de pagamento do favor. “Se o associado, com idade até 70 anos, tiver que se ausentar das suas funções por motivo de doença, incluindo Covid, além de acidente ou cirurgia, o seguro será acionado de tratado com o tempo de carência. O seguro garante a renda durante o encolhimento temporário por até 365 dias, com o associado recebendo uma diária conciliável com o que foi contratado”, explica a gestora.

CONTEXTO

Para Henrique Jenkis, apesar do desenvolvimento registrado na pandemia, a cultura do seguro de vida no Brasil ainda é pequena. Ele revela que a participação do segmento no PIB é de 2%. O mercado de seguros em universal representa 6% no País, enquanto na Europa e nos Estados Unidos representa entre 8% e 10%. “A pandemia está mudando essa cultura. As pessoas estão procurando mais proteção. A tendência, é que elas percebam cada vez mais a colaboração que o seguro pode dar para ajudar a refazer a vida em um momento de premência”, diz Henrique Jenkis, do Sindseg N/NE.

 

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