Sororidade: 7 vezes que celebridades se posicionaram e apoiaram outras mulheres

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Gaga também deu testemunho em prol de Kesha, em 2017, e lutou incansavelmente contra os advogados de Dr. Luke, uma vez que é divulgado o produtor. “Eu formulei uma opinião muito clara sobre ele e sua reputação quando vi aquela pequena em um quarto dos fundos. Essa era a imagem de… um tanto que tinha realizado comigo mesma, e eu senti e soube no meu coração que [Kesha] estava dizendo a verdade, e acredito nela“, declarou no ocasião.

A cantora continuou defendendo a verdade do caso, quando perguntada se poderia provar o que havia realizado: “Ela me disse. E a gente sabe que quando os homens estupram as mulheres não costumam convocar outras pessoas para presenciar, e quando isso acontece em um contexto uma vez que o do nosso setor, é mantido em sigilo“. Gaga concluiu: “Eu tenho informação comprovada sobre sua depressão, sua urgência de pedestal e carinho. Tenho informações comprovadas sobre a lesma em que vi aquela pequena se soçobrar”.

3. Taylor Swift


Taylor Swift, que agora está regravando seus antigos álbuns também por conta de uma ação judicial injusta, foi uma outra artista que deu um super pedestal para Kesha. Em entrevista à Rolling Stone, a cantora revelou que Taylor fez uma doação de 250 milénio dólares para ajudar com as despesas jurídicas durante o curso do processo.

Simples que o pedestal emocional é super importante, mas o exemplo mostra que a sororidade pode se manifestar também em ajudas financeiras e estruturais. Kesha comentou ainda sobre o carinho de Swift: “Ela é uma pessoa muito querida. Muito, muito guloseima. Muito generosa, ela sempre atende o telefone quando eu ligo. Nem a minha mãe atende o telefone quando eu ligo!”

4. Normani

Black Face Claim - Normani Kordei - Wattpad

Normani prestou um pedestal importantíssimo para Leigh-Anne Pinnock, integrante do grupo Little Mix, posteriormente um desabafo sobre racismo no mundo da música. No vídeo, Leigh explicava sua indignação com o juízo de que as integrantes negras deveriam trabalhar dez vezes mais, o que acaba não sendo peta.

“Minha verdade era ser solitária enquanto fazíamos turnês por países predominantemente brancos. Eu cantei para fãs que não me enxergavam, não me escutavam e não vibravam por mim. Minha verdade era me sentir ansiosa em encontros de Meet and Greet [quando os artistas encontram presencialmente os fãs], porque eu sempre senti que era a menos preferida”, disse a cantora.

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