Setor privado faz sugestões para desburocratizar envolvente brasílico de negócios

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Representantes do setor privado brasílico sugeriram, nesta quarta-feira (12), uma série de melhorias ao texto da Medida Provisória 1040/21, editada com o objetivo de modernizar e desburocratizar o envolvente de negócios no Brasil. O matéria foi tema de uma videoconferência promovida pela Percentagem de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Negócio e Serviços da Câmara dos Deputados e mediada pelo relator da MP, deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP).

Ainda que específicas, as sugestões foram no sentido de atrair investimentos estrangeiros para o Brasil e melhorar o posicionamento do País no Doing Business – o índice que compara as regulamentações aplicáveis às empresas em 190 economias. Hoje, o Brasil ocupa a 124ª posição.

O assessor e coordenador do Grupo de Trabalho do Doing Business da Federação do Negócio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), André Sacconatto, resumiu que o Brasil não tem um envolvente amigável para empresários. Estar muito no Doing Business, ainda que o índice possua fragilidades, segundo o assessor, faz com que outras economias vejam o País porquê sedutor.

“Eu vejo contempladas, nessa medida provisória, várias demandas que eram feitas por nós do setor privado e também que eram alardeadas pelo Banco Mundial para o Brasil melhorar no índice”, afirmou Sacconatto.

Na avaliação do assessor-chefe de Envolvente de Negócios da Secretaria Peculiar de Advocacia da Concorrência e Competitividade do Ministério da Economia, Michael Dantas, o Brasil deveria estar pelo menos entre os 50 primeiros colocados no Doing Business, o que não acontece devido a problemas históricos no envolvente de negócios.

Plebeu desenvolvimento
Para o superintendente de Economia da Confederação Vernáculo da Indústria (CNI), Renato da Fonseca, importante agora é resolver problemas para que o País volte a crescer. O Resultado Interno Bruto (PIB), lembrou ele, vem aumentando a baixas taxas nos últimos anos em razão de um encolhimento da indústria.

“A indústria brasileira não está conseguindo competir, principalmente aquelas indústrias de calabouço mais longa. Por quê? Porque todos esses problemas burocráticos, de logística, que a gente convencionou invocar de Dispêndio Brasil, vão se acumulando e, para quem está mais longe na calabouço, vai pesando nos preços dos insumos”, observou.

Pontos
O texto enviado ao Congresso Vernáculo promove diversas mudanças na legislação para simplificar a fenda de empresas, facilitar o negócio exterior e ampliar as competências das assembleias gerais de acionistas.

“A medida provisória propõe transformar o Brasil em um envolvente mais propício para quem quer empreender. Envolvente de negócios não é para grandes empresas. É para quem quer perfurar estabelecimento mercantil no bairro ou para uma empresa internacional que queira investir no Brasil”, explicou Marco Bertaiolli. “Temos dois potenciais muito grandes que precisam ser analisados: o mercado internacional e o mercado interno. Temos um dos maiores mercados consumidores do mundo”, disse.

Entre os pontos da medida provisória destacados pelo secretário de Advocacia da Concorrência e Competitividade do Ministério da Economia, Geanluca Lorezon, está a unificação dos dados da pessoa jurídica no CNPJ.

“Vamos findar com as inscrições estaduais, as municipais. A pessoa que perfurar uma empresa vai poder enunciar uma nota fiscal no dia seguinte. Isso vai aumentar o número de pessoas na formalidade, diminuir a sonegação”, explicou Lorenzon.

O gerente de Políticas Públicas do Sebrae Vernáculo, Silas Santiago, considera importantes os pontos relativos à fenda e ao fechamento de empresas, mas disse que não basta conceder registro. Para ele, é fundamental dar condições para a empresa funcionar.

Outros participantes
Da audiência participaram ainda outros representantes do governo federalista e também o ex-secretário da Receita Federalista do Brasil Everardo Maciel, além de representantes do setor privado.

A discussão desta quarta foi proposta pelos deputados Otto Alencar Fruto (PSD-BA), Hugo Leal (PSD-RJ) e Alexis Fonteyne (Novo-SP).

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