Setor de tecnologia está entre os que cresceram durante a pandemia do novo coronavírus | Mogi das Cruzes e Suzano

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A pandemia do novo coronavírus trouxe prejuízos para uns setores, mas para outros porquê o da tecnologia representou propagação. Isso porque foram criados aplicativos e ferramentas para ajudar empresas e clientes em momentos de isolamento social.

Em duas semanas um aplicativo voltado para o serviço de entregas fica disponível nas plataformas digitais. Há mais de duas décadas na dimensão de logística, a empresária Patrícia Rocha encontrou na pandemia uma boa oportunidade para colocar em prática uma iniciativa antiga.

“Muitos aplicativos limitam a distancia de utilização. A nossa teoria é que não, que a gente possa usar o aplicativo entre as cidades. Eu tenho uma vida bastante agitada e corrida e eu não identificava na nossa região nenhum aplicativo que pudesse me ajudar com esse deslocamento entre cidades. Não tem nenhum aplicativo com essa solução. E o segundo é voltado ao negócio lugar. A gente percebe que as cidades do interno o negócio lugar nunca teve muita preocupação em relação ao delivery e, do zero, precisou mudar”, detalha.

A tecnologia entrou de vez na vida da empresária, que já está com um novo projeto dessa vez em parceria com o Polo Do dedo.

“O projeto voltado também para a logística, mas também para o segmento do agronegócio”, detalha.

Em fevereiro, 10 novos projetos foram selecionados para o programa de incubação no Polo Do dedo. O critério de escolha foi escolhido justamente o que a cidade precisa no momento. Evidente, muitas delas são soluções relacionadas à pandemia.

“Nós estamos falando de políticas públicas de um modo universal, ensino, saúde transporte, segurança. Todas as startups selecionadas têm uma relação com essas áreas que fazem uma cidade funcionar”, pontua o diretor de Inovação da Secretaria de Desenvolvimento, Rodrigo Garzi.

Outro projeto escolhido foi o do empresário Ricardo Canhadas. A plataforma Agrigu ficou conhecida no ano pretérito. O serviço de vendas on-line inicialmente foi pensando nos produtores rurais, mas no auge da pandemia a prefeitura fez uma parceria para transfixar espaço para qualquer tipo de venda. Hoje a iniciativa vai ser impulsionada dentro do programa de incubação do Polo Do dedo e voltar às raízes.

“A gente consegue acionar quem está no final de Biritiba, quem está em Guararema, portanto a gente consegue pegar todos os clientes. Eles podem vender para cá, para a Bahia, para o Sul. Tudo isso a plataforma permite”, disse Ricardo.

Com três fornecedores de hortifruti e orgânicos inscritos, 1,5 milénio clientes cadastrados e uma expectativa enorme de levar a tecnologia para o campo, o Ricardo acredita que estar desempenado com o que o momento pede é o sigilo para o sucesso na dimensão.

“Para quem trabalha com tecnologia, com padrão de negócio, varejo, eu acho que a pandemia traz essa possibilidade”, detalha.

Rodrigo Garzi diz que para empreender hoje não basta ter unicamente uma teoria criativa e inovadora. “Você precisa estar treinado a identificar onde estão os problemas e as oportunidades”, disse.

O perito em marketing do dedo Caio Cunha diz que o do dedo veio para permanecer e com o problema da pandemia ele está sendo vertiginoso em velocidade maior do que se imaginava, com as empresas tendo que caminhar para a internet.

“Não adianta zero você estar navegando no do dedo, estar presente lá, mas não estar comunicando qual é a sua mensagem para o público. E, no do dedo, tudo está lá presente, portanto a sua informação tem de ser muito clara, para que o público entenda realmente a sua mensagem e vai procurar quando for de interesse dele, portanto é muito importante essa mensagem”, pontua.

Cunha orienta que as pessoas que querem entrar para o universo do dedo antes de mais zero precisa entender qual é o público-alvo dela. Qual é a mensagem que ela quer transmitir. No mundo do dedo há muitas opções, mas é necessário saber quais são as melhores.

“As redes sociais são muito importantes. São onde muitas empresas estão colocando a maior segmento do seu investimento. O público hoje você precisa conversar pessoa com pessoa. O melhor lugar para fazer isso são as mídias sociais, porque eles estão conversando, trocando ideias a saudação e você precisa estar lá comunicando a sua teoria, congruente e verdadeira, que tem de esta clara em toda a empresa”, detalha.

Sobre o valor, o perito disse que ele não é um dispêndio, porque vai dar um retorno, quando muito feito, de forma positiva, de até 80%.

“Têm várias entidades que estão fazendo treinamento e eu recomendo velejar e compartilhar experiência, procurar grupos de trabalho com muito conhecimento que podem ajudar. Se você quiser aprender. A outra opção são empresas que oferecem conhecimento para você aprender o marketing do dedo. Talvez não para fazer você mesmo, mas para que contrate de forma que dê um retorno para o seu negócio”, ressalta.

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