Setor de segurança eletrônica cresce com novas necessidades

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São Paulo – O setor de segurança eletrônica fecha o primeiro semestre do ano com bom desempenho em meio à crise desencadeada pela Covid-19. A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), que já havia indigitado subida de 13% nos negócios em 2020 em relação a 2019, estima um aumento maior para nascente ano, na vivenda dos 15%.

(Foto: Reprodução / Internet)

Pesquisa da Abese junto a profissionais de segurança eletrônica traz um quadro sobre as perspectivas para nascente ano, ainda em plena pandemia, e uma vez que o setor se prepara para nascente período e para novos desafios. Clique cá para ter chegada à pesquisa.

A pandemia tem sido um traje relevante para as vendas do setor. Segundo a presidente da Abese, Selma Migliori, “soluções que evitem o contato físico são necessárias em períodos pandêmicos”.

“Mudança de comportamento imposta pela pandemia, com segmento da população trabalhando ou estudando em vivenda, despertou o interesse por dispositivos que tornam o envolvente mais seguro e confortável, trazendo incremento ao setor”, aponta Jean Antunes, gerente mercantil da risca de controle de chegada Garen. Segundo ele, a tecnologia desenvolvida pelas empresas de automação oferece uma gama de soluções que ajudam a reduzir o contato físico e com superfícies de uso coletivo de tratado com as regras sanitárias de combate ao novo coronavírus.

Uma mudança que labareda a atenção em empresas do setor de segurança eletrônica é a preocupação em evitar o contato das mãos com o resultado. Empresas passaram a trocar a buraco de portas com maçanetas por aberturas que não exigem contato, mas unicamente a aproximação das mãos. O chegada se dá por botoeiras não toque (aparelho que libera a buraco por meio de aproximação da mão), sensores de proximidade e radares. “Esse é um dos produtos que mais tiveram incremento em vendas”, diz o gerente da Garen.

Trata-se de um dispositivo que tanto atende à atual norma sanitária uma vez que aumenta a acessibilidade para portadores de necessidades especiais e idosos, ampliando a automação de ingresso e saída. As soluções alcançam tamanha especificidade que a liberação de chegada a dependências e para visitantes pode ser feita por meio de QR Code enviado pelo celular.

Com ou sem pandemia

Ainda sobre o comportamento do mercado de segurança eletrônica, o setor continua se mantendo aquecido, independentemente da pandemia, graças à demanda pelos portões eletrônicos em projetos de construção e reforma. De tratado com Carlos Peres, gerente da risca de automatizadores Garen, os automatizadores (motores) atendem às necessidades de cada espaço e protótipo de portões. “É um investimento conseguível, com magnífico custo-benefício, em que a pandemia não afetou as vendas”, afirma Peres. “Num mercado que não para de crescer, o portão eletrônico está entre os produtos de mais apelo junto ao consumidor.”

Em se tratando de um cenário de segurança, comodidade e tecnologia, os portões rápidos podem ser controlados no smartphone, o que possibilita o acionamento dos portões além de controlar também refletores e câmeras inteligentes que melhoram a segurança na residência.

Horizonte

Jean Antunes destaca que o mercado está em regular evolução. “Com a tecnologia 5G chegando, o setor será ainda mais atrativo. Investir no aprimoramento dos colaboradores é a melhor forma de uma indústria apresentar regular evolução em seus produtos por meio de pesquisas e estudos. A tecnologia exige isso. Em tempos de pandemia não pode ser dissemelhante. Estar sempre entre os que mais investem em tecnologia nos produtos de segurança eletrônica faz toda a diferença para o consumidor”, explica o gerente da Garen.

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