Sete fatos sobre criptomoedas

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14/10/2021

Enquanto China proíbe Bitcoin, EUA atua para regulamentar. Confira estudo de setembro do profissional em criptomoedas Rodrigo Soeiro, fundador da Monnos

Enquanto a China proibiu Bitcoin, nos Estados Unidos foram dados novos passos rumo à regulamentação do setor. E na América Latina, El Salvador avançou rápido com adoção do Bitcoin e mais de 2 milhões de pessoas já foram “bancarizadas” no país.

Veja inferior 7 fatos sobre o setor de criptomoedas em setembro, com estudo do profissional Rodrigo Soeiro, fundador da Monnos (https://monnos.com) – CryptoBank e primeira plataforma brasileira de criptomoedas que opera globalmente e tem proposta voltada para leigos.

Confira a estudo detalhada do profissional:

1 – China proibiu Bitcoin no país e procura por plataformas DeFi aumentou em 450%

O mês de setembro foi muito insofrido para o setor de criptomoedas – o que não é novidade. Houve, mais uma vez, repressão da China sobre o Bitcoin, que anteriormente já tinha precito a mineração no país e agora resolveu banir a negociação de criptoativos dentro de suas fronteiras.

Exclusivamente nesta dez, a China já soma 19 repressões semelhantes a criptomoedas e mesmo assim não consegue banir efetivamente. Ainda hoje, 1,21% dos nós de Bitcoin se encontram na China, além de mineradores clandestinos, que ainda não foram identificados pelo governo.

Em seguida esse novo deportação, o mercado de finanças descentralizadas (DeFi) explodiu na China, subindo mais de 450% somente no último mês, já que usuários buscaram novas maneiras de negociar seus ativos digitais.

2 – Estados Unidos não bane criptomoedas e procura maior regulamentação do setor

Já do outro lado do mundo, os Estados Unidos discutiram o projeto HR3684 mais uma vez, que foi recém autenticado pelo Senado americano: um projeto de infraestrutura que visa regulamentar ainda mais o setor e que já recebeu 539 emendas. Todos os entusiastas e desenvolvedores do setor estão apreensivos com o final desta história.

Ainda nos Estados Unidos, Jerome Powell, presidente do Sistema de Suplente Federalista (FED) americano, anunciou perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara que não pretende banir o Bitcoin nem a criptoeconomia, indo em direção contrária à China. Ele reforçou a urgência regulatória sobre o setor.

3 – El Salvador avançou rápido com adoção do Bitcoin: mais de 2 milhões de pessoas já foram “bancarizadas” no país

Em setembro, El Salvador adotou o Bitcoin porquê moeda solene, além do dólar americano. Em três semanas, muro de 2 milhões de pessoas já foram “bancarizadas” com criptomoedas no país, recebendo 30 dólares em Bitcoin em uma carteira com segunda estrato, que entrega suas transações de maneira mais rápida e com menores taxas de rede.

Também foram instalados 200 caixas eletrônicos e 50 quiosques com funcionários para tirar dúvidas e educar a população sobre o uso do Bitcoin e da carteira disponibilizada. Nela, o usuário controla seu saldo em dólares e em Bitcoin, com autonomia para transmudar a qualquer momento.

4 – Na Europa, mercado financeiro suíço aprovou o primeiro fundo de criptomoedas

A adoção de criptomoedas continua ganhando forças na Europa. Recentemente, a FINMA, Poder de Supervisão do Mercado Financeiro Suíço, aprovou o Crypto Market Índice Fund, da Crypto Finance, extensão da Pernet von Ballmoos AG (PvB), o primeiro fundo de criptomoedas de concordância com a lei da suíça. Mas, tal fundo só foi autorizado a negociar em criptomoedas com um “volume de negociação suficientemente grande”. Portanto, o Crypto Finance irá seguir o Crypto Market Índice 10 da Six Exchange para manter os reguladores tranquilos.

5 – Twitter passou a disponibilizar serviços em Bitcoin

Já no mundo do dedo, o Twitter anunciou uma integração com a empresa Strike, para disponibilizar serviços de gorjetas em Bitcoin para os usuários da rede social. Assim é verosímil transferir valores em qualquer secção do mundo, de forma muito barata e quase instantaneamente, através da Lighting Network pelo Twitter.

Nascente movimento, de uma das maiores e mais relevantes redes sociais do mundo, pode levar o preço do Bitcoin a novos patamares no porvir, provocando um aumento na adoção em tamanho por seus usuários. E esse é o pontapé inicial para que outras redes sociais comecem a integrar serviços similares com criptomoedas.

6 – Emirados Árabes aprovaram transacção de criptomoedas na zona franca de Dubai e milhares fizeram doações em criptomoedas ao Iêmen

No Iêmen, que está em guerra social desde 2014 e tem bloqueio desatento, terrestre e marítimo desde março de 2015, milhares de pessoas passam lazeira. E, no meio deste terror no Oriente Médio, as criptomoedas estão salvando vidas. David Beasley, diretor executivo do Programa Mundial de Mantimentos das Nações Unidas, está recebendo doações em criptomoedas da comunidade e repassando para comerciantes do Iêmen e casas de câmbio para que a população possa comprar vitualhas e medicamentos. As doações estão sendo realizadas em Bitcoin, Bitcoin Cash, Dogecoin e Nano.

Ainda no Oriente Médio, os Emirados Árabes aprovaram o transacção de criptomoedas na zona franca de Dubai. Esta iniciativa é resultado de um concordância da Poder de Valores Mobiliários, a SCA, com a Poder do Meio de Negócio Internacional de Dubai, a DWTCA. Isto pode levar Dubai a ser um novo núcleo de criptomoedas no porvir, já que sua economia está sendo traçada com direção inovadora e do dedo.

7 – Bitcoin despenca

Em setembro, o Bitcoin abriu em USD 47.100, buscando até USD 52.700 na primeira semana do mês. Mas, os valores despencaram para níveis também vistos em maio do mesmo ano, lateralizando seu preço entre USD 41.000 e USD 45.000.

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