Seguros para bicicletas sem pedalada para o trabalho

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Longe vai o tempo em que a bicicleta só servia para os passeios. Levante veículo é cada vez mais um meio de transporte fundamental nas viagens casa-trabalho, sobretudo nas cidades. Os seguros para velocípedes, porém, ainda não ganharam pedalada para aderir a esta verdade.

“Falta um seguro anti-roubo que cubra os roubos na via pública uma vez que existe para os automóveis”, alerta a Associação para a Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi). A situação é particularmente preocupante se estiverem em motivo bicicletas de trouxa, “que custam 3000 euros se recorrerem a um módulo elétrico”, exemplifica ao Quantia Vivo o dirigente Miguel Baptista.

As particularidades do roubo de velocípedes não ficam por cá. “Se roubarem o carruagem com a bicicleta lá dentro, o seguro cobre isso até ao valor de 1500 euros. Mas se o pilhagem suceder dentro de um comboio, não há qualquer cobertura”, avisa Ana Teixeira, co-fundadora da mediadora do dedo Mudey.

“A maior segmento das apólices inclui a componente de assistência para acidente em viagem. Mas não há qualquer ajuda se houver um furo no pneu ou uma desarranjo na bateria”, acrescenta a mesma responsável.

As apólices, por outro lado, já prevêem uma indemnização em caso de morte ou invalidez do ciclista e ainda o pagamento de despesas de tratamento.

A plataforma portuguesa disponibiliza vários tipos de apólices. O seguro de responsabilidade social pode custar 25 euros por ano e paga pelos estragos causados a terceiros; se a esta proposta for acrescentada a cobertura dos acidentes pessoais, o prémio pode duplicar para 40 a 50 euros por ano.

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