Seguro contra tiroteios volta a lucrar procura nos EUA

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O ano da pandemia foi o menos mortífero no que toca aos tiroteios em tamanho nos Estados Unidos. Mas o “retorno à normalidade” fez aumentar em 50% nas últimas semanas a procura de seguros contra tiroteios.

14 de Maio, 2021 – 18:59h

Memorial em Washington com 40 milénio flores em homenagem às 40 milénio vítimas anuais de violência com armas de lume nos EUA, Foto Joe Flood/Flickr

Os dados são da Marsh, a maior corretora de seguros do mundo: os pedidos de seguros contra tiroteios aumentaram 50% nas últimas seis semanas em relação a igual período no ano pretérito.

Segundo a filial Reuters, depois de 2020 ter sido o ano menos mortífero neste tipo de crimes, nos primeiros 132 dias de 2021 os Estados Unidos assistiram a 200 casos de tiroteios em tamanho. Um responsável da empresa de consultadoria de crise R3 Continuum disse à Reuters que o confinamento de 2020 transferiu a violência do espaço público para o estância, enquanto agora se assiste à reversão deste maravilha. “O envolvente que foi criado pela pandemia, com o distanciamento social, o confinamento e os fatores complementares de stress são responsáveis por muita da violência a que assistimos agora”, diz o vice-presidente da consultora.

A situação é confirmada por um sindicância da Kaiser Family Foundation, citado pela mesma filial noticiosa, que indica que 41% dos adultos norte-americanos apresentavam em janeiro sintomas de impaciência ou depressão, comparando com 19% na mesma situação no primeiro semestre de 2019.

Boa segmento dos clientes responsáveis pelo aumento da procura por oriente tipo de seguro que cobre indemnizações judiciais às vítimas, reparações de danos em edifícios, despesas médicas e aconselhamento psicológico, são instituições de saúde. Hospitais e clínicas, que em universal têm espaços abertos ao público e onde são tratados doentes de covid e outras doenças, são vistos uma vez que locais propícios ao comportamento violento por segmento de familiares revoltados com o desfecho mortal da doença ou com o que consideram serem casos de negligência médica.

Além do setor da saúde, também estabelecimentos comerciais, escolas e universidades, locais de douto ou restaurantes surgem uma vez que clientes principais, adquirindo apólices com coberturas que variam entre um e 75 milhões de euros.

Entre os tiroteios mais mortíferos do ano, contam-se as mortes em março de seis mulheres de origem asiática e outras duas pessoas em Atlanta, de dez pessoas num supermercado em Boulder, no Colorado e de quatro pessoas num prédio de escritórios nos subúrbios de Los Angeles. Em abril há a registar um morto e oito feridos numa fábrica no Texas e três mortos num condomínio residencial em Austin, também no Texas. Já oriente mês a CNN deu conta de pelo menos onze tiroteios em tamanho no pretérito término de semana nos Estados Unidos, que deixaram 17 mortos e 35 feridos. Esta quinta-feira, em Providence, no estado de Rhode Island, um troada entre dois grupos rivais deixou nove pessoas feridas.

Segundo a ergástulo pública de informação NPR, em 2021 houve em média 10 tiroteios em tamanho por semana nos Estados Unidos, num totalidade de 194 casos nas primeiras 18 semanas do ano.

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