Roteiro: 8 passos para inovar, segundo o padrão ISO – Quadra Negócios

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(Foto: Divulgação)

A certificação ISO 9001, um selo de qualidade na gestão, foi publicada em 1987 pela Organização Internacional de Padronização (ISO, na {sigla} em inglês) e levou cinco anos para ser aplicada no Brasil. Já a ISO 56002, que padroniza terminações, ferramentas e métodos para facilitar a inovação empresarial, foi adotada por quatro empresas brasileiras menos de um ano em seguida a sua publicação, em julho de 2019. Nesse período, foi adotada por mais de 150 companhias ao volta do mundo.

Baseada em oito princípios, a mais novidade norma ISO ajuda as empresas a aprimorar sua capacidade de transformar riscos em oportunidades. O noção de inovação tem a ver com a capacidade de os negócios traduzirem novas ideias e invenções em resultado. Inovar pode se utilizar a um resultado, serviço, processo, protótipo, método ou à combinação entre estes elementos, diz Alexandre Pierro, sócio-fundador da Palas, consultoria que orienta empresas interessadas em aderir à norma. Engenheiro mecânico e físico nuclear, Pierro participou do desenvolvimento da ISO 56002 num comitê internacional. Confira os oito pilares de inovação preconizados pela certificação.

Direção estratégica
O primeiro passo é definir os objetivos da inovação. Com base nisso, formula-se uma política para orientar a elaboração dos projetos, que devem ter resultados periodicamente mensurados por indicadores.

Abordagem por processos
Há um caminho a percorrer para que ideias se transformem em resultado. É preciso estabelecer processos, definir papéis e responsabilidades e reunir os recursos necessários, porquê pessoas, tempo, conhecimento, infraestrutura e investimentos.

Realização de valor
Teoria que não traz resultado novo para a empresa, seja financeiro, seja de outra forma, é unicamente uma invenção. A inovação precisa gerar resultados mensuráveis, porquê aumento no faturamento ou redução na rotatividade na equipe.

Liderança com foco no porvir
O papel da liderança é fundamental para multiplicar o engajamento dos colaboradores na estratégia de inovação da organização. Os gestores devem buscar novos conhecimentos, de modo a se preparar para conduzir o movimento de transformação do negócio.

Cultura de inovação
A inovação demanda empatia, colaboração e experimentação. É preciso estimular o comportamento inovador entre os colaboradores. Desenvolver esse tipo de mentalidade em todos os níveis hierárquicos é necessário para fabricar a inovação de dentro para fora.

Gestão das incertezas
Todo negócio envolve riscos, que também podem se transformar em oportunidades. A ISO 56002 recomenda mapear as incertezas a término de desenvolver um projecto de ação para minimizar as ameaças, e desenvolver uma gestão eficiente de ideias para ampliar as oportunidades.

Adaptabilidade e resiliência
Num contexto de transformações, em que um risco pode também ser uma oportunidade, é primordial desenvolver adaptabilidade e resiliência. As empresas que mais se destacam em inovação são aquelas que conseguem transformar problemas em novas receitas.

Gestão de insights
A norma de inovação sugere usar um funil com cinco etapas: identificação da hipótese, geração dos conceitos, validação, desenvolvimento da teoria e implementação da inovação. Em cada lanço, são definidos indicadores para estimar se é hora de continuar ou recuar em cada iniciativa.

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