Relator da MP da privatização da Eletrobras inclui obrigação de o governo comprar virilidade de termelétricas | Jornal Vernáculo

0
28
Links Patrocinados

A Câmara dos Deputados está discutindo a medida provisória que permite a privatização da Eletrobras.

Entidades do setor elétrico e deputados criticaram as mudanças que o relator, deputado Elmar Promanação, do Democratas, fez na MP. Em seu parecer, o relator previu porquê quesito para privatização da Eletrobras que a União comprasse previamente 6 milénio megawatts de termelétricas, movidas a gás, nas regiões Setentrião, Nordeste e Meio-Oeste.

A Abrace, Associação dos Grandes Consumidores de Força e de Consumidores Livres, calcula que essa mudança custaria R$ 20 bilhões ao ano.

O relatório criava uma suplente de mercado para as pequenas centrais hidrelétricas. Nos próximos leilões, até 2 milénio megawatts deveriam ser contratados dessas usinas, um dispêndio de quase R$ 1 bilhão ao ano. E o valor desse pacote pode ser pretérito aos consumidores.

Mais cedo, em entrevista, Elmar Promanação defendeu as mudanças: “As pessoas podem ter certeza que todas as modificações que foram feitas foram na intenção de reduzir o preço das tarifas”.

Deputados de oposição criticaram os acréscimos. “Qual é o sentido de se estabelecer o quanto se comprará de virilidade de termoelétricas e de pequenas centrais hidrelétricas? Isso não faz nenhum sentido. Isso não é bom para o Brasil, isso não é bom para a economia brasileira”, disse o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), líder da oposição.

No termo da tarde, o relator anunciou que faria mais modificações no texto. Ele retirou o trecho que condicionava a privatização da Eletrobras à aprovação do pacote favorável às termoelétricas e pequenas centrais hidrelétricas. Disse que o pacote ainda precisa ser feito, mas não necessariamente antes da privatização.

O presidente da Abrace disse que o pacote penaliza os consumidores e vai resultar em aumento no preço das contas de virilidade.

“O grande impacto é econômico, porque a lei aumenta a tarifa de virilidade para os brasileiros em universal em até 10% e para as indústrias em até 20%. E impõe aos consumidores a obrigação de comprar uma virilidade rostro. Socializa custos e privatiza benefícios”, afirma o presidente da Abrace, Paulo Pedrosa.

O Fórum das Associações do Setor Elétrico, que representa 26 associações do setor, afirmou que a MP deveria volver a tendência de aumento do dispêndio da virilidade e modernizar o setor elétrico brasílio.

A privatização da Eletrobras é importante para que a empresa retome investimentos e aumente a participação no mercado. Depois da Câmara, o texto ainda vai ser votado no Senado.

Links Patrocinados

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui