Reconhecimento facial, biometria, e-mail corporativo e nota fiscal: porquê a tecnologia vem ajudando as empresas na jornada de conformidade com a LGPD | SEGS

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Descubra porquê empresas globais têm desenvolvido soluções inovadoras que oferecem, além de plataforma tecnológica e processos automatizados, seguimento jurídico e serviços de suporte e manutenção sob medida para cada cliente

Em vigor no Brasil desde setembro de 2020, a Lei Universal de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) segue sendo não só um dos assuntos mais comentados no mercado, porquê mira de constantes dúvidas, sobretudo, no que se diz saudação aos tipos de dados pessoais que podem ser coletados.

Isso porque já que a lei considera oferecido pessoal toda informação capaz de identificar uma pessoa, além de RG, CPF, comprovantes de endereço ou fotos, dados recolhidos por empresas via sistemas de reconhecimento facial, biometria, nota fiscal e até e-mail corporativo também estão sujeitos à regulação.

Cabe ressaltar que porquê a autorização é a base para coleta, armazenamento e tratamento de dados pessoais, informações colhidas sem o devido consentimento só são permitidas pela LGPD em casos específicos, porquê preservar a vida e a integridade física de uma pessoa por meio do uso de câmeras de reconhecimento facial, por exemplo, conforme prevê o cláusula 11 da lei.

Tecnologia a serviço da legislação

A termo de evitar sanções – porquê multas no valor de 2% do faturamento, que podem chegar até R$ 50 milhões por cada infração, somadas a outros encargos diários mediante o descumprimento das regras estabelecidas –, uma grande aliada das empresas na jornada de adequação à lei, sem incerteza, vem sendo a tecnologia.

“Além da adoção da conformidade lícito, as iniciativas desenvolvidas pelas empresas de tecnologia também trazem consigo a missão de ajudar outras organizações a investirem na sua imagem junto ao mercado, aumentando o intensidade de crédito de clientes e consumidores nos seus produtos e serviços, o que reverte em benefícios e retorno financeiro”, diz Ana Dividino, VP de Negócios na Softtek Brasil.

Com uma oferta de projeto modular que atende empresas de diferentes segmentos, o Programa de Proteção e Privacidade Softtek, por exemplo, atende a requerimentos jurídicos e sistêmicos, oferecendo automação de processos, fluxos de trabalho, formulários, mapeamento de risco e outras funcionalidades necessárias ao programa de conformidade.

Fundamentado em conceitos de proteção e privacidade com o Privacy by Design (implementação de medidas preventivas e proativas) e Privacy by Default (coleta e retenção somente dos dados minimamente necessários), a suíte OneTrust cobre todas as funcionalidades para a implementação das rotinas de cumprimento do programa, com base nos eventos e interações com as diversas entidades e papéis envolvidos.

“Além do investimento para cumprimento à lei, utilização responsável e consentida de dados pessoais coletados e lucro em competitividade e reputação de mercado, a adoção dos princípios inseridos no programa deve ser vista sob um olhar prospectivo e estratégico, gerando novas oportunidades de negócio”, observa Ana Dividino. “Nesse sentido, a adoção do Programa de Proteção e Privacidade Softtek traz uma série de benefícios, dentre os quais, organização e otimização dos processos, valorização da segurança corporativa e cibernética e incremento das iniciativas de transformação do dedo”, enumera.

Sobre a Softtek

Fundada em 1982, a Softtek é uma empresa global de serviços de TI, considerada uma das maiores no setor com origem na América Latina. Com grande portfólio de produtos e soluções que transformam os negócios, a Softtek ajuda as empresas da Global 2000 a evoluírem de maneira fluida e manente desde a concepção e construção até a realização de estratégias digitais. No Brasil, a empresa possui escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza.

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