Quase metade das fraudes financeiras envolve criptomoedas – Economia

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As promessas de moeda fácil em um limitado período de tempo têm causado dores de cabeça para muitos brasileiros vítimas de fraudes. De pacto com pesquisa encomendada pela CVM (Percentagem de Valores Mobiliários), quase metade (43,3%) dos estelionatos financeiros envolvem criptomoedas.


Entre os produtos citados pelas vítimas dos golpes financeiros aparecem Forex — um mercado talhado a transações de câmbio — (29,8%), opções binárias (16,9%) e ações (15,2%).


Os homens, por sua vez, correspondem a nove em cada 10 vítimas (91%). Em termos monetários, os valores perdidos foram diversos, de até R$ 100 e mais de R$ 100 milénio. No entanto, a maioria dos atingidos investiram R$ 1.000 e R$ 5.000 (21,3%) e entre R$ 10 milénio e R$ 50 milénio (22,5%).


De pacto com o levantamento, o WhatsApp (27,5%) é o principal ducto usado pelos golpistas no momento de atrair as pessoas, seguido da divulgação boca-a-boca (19,7%) e dos e-mails e ligações telefônicas (12,4% cada).



Aspecto do site (39,9%), outros familiares/amigos já haviam feito o investimento (38,8%), bom atendimento por segmento dos profissionais (35,4%), pequeno investimento exigido (30,9%) e ignorância da modalidade do golpe (24,7%) foram os motivos mais citados pelas vítimas.


Questionados sobre a relação com os fraudadores, metade dos participantes afirmaram conhecê-los de alguma forma, sendo 28,1% pessoalmente e 21,9% de forma remota. Para 29,8% das vítimas, o fraudador era um estranho e outros 9% disseram não ter recebido a oferta por terceiros. Os demais 11,2% não responderam à pergunta.


Conforme os dados, quem não caiu em golpes tem o hábito de alocar suas reservas em ações, fundos de investimento, previdência privada e renda fixa. Por outro lado, muitas das pessoas que vítimas de golpes não possuíam investimentos financeiros.


Para os autores do estudo, a crédito em terceiros e elementos de credibilidade, uma vez que ar profissional de sites, são decisivos para as aplicações de risco e testagem de produtos inovadores.


“Fragilidades financeiras não foram apresentadas uma vez que motivos para investimento. Pelo contrário, 35% da modelo afirmou estar em procura de lucro, mas ainda sem objetivo definido, seguidos pelos 17% dos participantes que queriam variar o portfólio, mesmo que sem um objetivo definido para o lucro”, apontam os pesquisadores.


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