Qual prazo para INSS responder à solicitação de benefícios? Descubra cá!

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No dia 5, o plenário do Supremo Tribunal Federalista (STF) concluiu a votação que confirmou a validade de um pacto feito entre o Ministério Público Federalista e o governo de Jair Bolsonaro. Onde fica permitido que o Instituto Vernáculo do Seguro Social (INSS) ampliasse os prazos de estudo da maioria dos pedidos de benefícios previdenciários.

Qual prazo para INSS responder à solicitação de benefícios? Descubra cá! (Imagem: Sérgio Lima/Poder 360)

Posteriormente um julgamento virtual, os ministros apresentam os seus votos em um sistema eletrônico, sem que seja feita uma sessão, os membros da incisão acompanharam a decisão do relator, o ministro Alexandre de Moraes.

Ele autorizou o órgão a examinar os pedidos em até 90 dias, com exceção daquelas que são provocadas por invalidez, em que o prazo continua sendo de 45 dias.

Porém, com o pacto, o tempo sumo para a estudo vai variar de pacto com a espécie do favor.

O favor assistencial que é pago para os idosos de baixa renda e pessoas com deficiência terão um prazo de estudo de 90 dias. 

As pensões por morte terão o período de estudo de 60 dias, o salário maternidade a estudo deve ser feita em 30 dias. 

Prazos para resposta do INSS

Espécie Prazo para peroração
Mercê assistencial à pessoa com deficiência 90 dias
Mercê assistencial ao idoso 90 dias
Aposentadorias (menos por invalidez) 90 dias
Aposentadoria por invalidez 45 dias
Salário-maternidade 30 dias
Pensão por morte 60 dias
Auxílio-reclusão 60 dias
Auxílio-doença 45 dias
Auxílio-acidente 60 dias

Os prazos para a realização das perícias ficam suspensos enquanto o atendimento presencial nas agências estiver desarranjado por conta das medidas de enfrentamento da pandemia causada pelo novo coronavírus.

O texto permite que os novos prazos sejam cumpridos em seguida 6 meses da homologação.

A advogada Gisele Kravchychyn, do Instituto Brasílio de Recta Previdenciário (IBDP), acredita que a sociedade deve exigir que, dissemelhante do que ocorre atualmente, o INSS passe a executar os novos prazos.

Aliás, ela ressalta que a espera de seis meses para o cumprimento das novas regras é prejudicial aos segurados. “O período suplementar de seis meses acaba por prejudicar no momento quem tem urgência para receber o favor”, afirmou.

Jheniffer FreitasJheniffer Freitas

Jheniffer Aparecida Corrêa Freitas é formada em Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes. Atuou uma vez que assessora de prelo da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e da Secretarial Estadual da Saúde de São Paulo. Atualmente, é redatora do portal FDR, produzindo pautas sobre economia popular e finanças.

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