Qual a exposição por emitente e grupo poupado das carteiras de seguros e fundos de pensões?

0
26

É pormenorizada a forma porquê a ASF olha para as carteiras das seguradoras e dos fundos de pensões nas suas últimas informações, referentes a 2020. No Relatório de Firmeza Financeira do Setor Segurador e dos Fundos de Pensões, o regulador fala sobre as mudanças de alocação de investimentos destes instrumentos, mas também aborda a qualidade de crédito das carteiras.

Hoje, por seu lado, é a vez de focar atenção nos emitentes e grupos económicos que estão inseridos nas carteiras analisadas. Nesse sentido, a ASF avisa que neste capítulo dedicar-se-á à “estudo das exposições por contraparte ou grupo poupado”. Salvaguarda, no entanto, que contrariamente às análises anteriores, a nascente nível considera “o totalidade de ativos afetos às provisões técnicas, incluindo os produtos unit linked”.

Relevância dos grupos financeiros a operar em Portugal

A predominância “país” continua a ser grande. Muito porquê em anos anteriores, “os emitentes soberanos e os ativos emitidos por grupos financeiros a operar em Portugal mantêm-se porquê predominantes”. Quanto aos níveis de concentração, na exposição aos emitentes soberanos, estão “de forma universal, disseminadas pelos vários operadores”. Já as exposições aos ativos emitidos por grupos financeiros a operar em Portugal, estão “concentradas em subconjuntos mais restritos”, dizem.

Focando nas empresas de seguros, verifica-se, porquê visível aquém, que “as três principais contrapartes continuam a corresponder a emitentes soberanos da espaço do Euro, com pessoal exposição a desenvolvimentos desfavoráveis em caso de fragmentação dos mercados financeiros”. Pode ver-se que são eles a República portuguesa, a República de Itália e o Reino de Espanha. A ASF nota ainda mal “o seu peso conjunto decresceu 3,3 pontos percentuais face ao final de 2019, para 34,5%”.

Natividade: ASF

Na opinião da ASF “o saliente nível de concentração a estes títulos é revérbero do tratamento conferido aos soberanos no contexto do regime prudencial, no qual se encontram isentos de trouxa de capital para os riscos de spread e de concentração”.

Fundos de pensões preferem economias menos vulneráveis

Nos fundos de pensões a dissipação é maior, porquê dá conta a representação gráfica. “Os níveis de concentração são consideravelmente menos elevados, sendo a proporção combinada dos três principais emitentes de 19,1%”, escrevem logo. Tal porquê no setor segurador, nascente subconjunto é constituído por soberanos europeus, mas há uma diferença. Nota-se “uma maior preferência por economias menos vulneráveis a potenciais fenómenos de fragmentação”.

Natividade: ASF

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui