Programa de redução de salários e jornadas poderá ser reeditado pelo governo

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Programa de redução de salários e jornadas poderá ser reeditado pelo governo O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo vai republicar o programa que permite a redução de jornadas e salários ou suspensão do contrato de trabalho. O Favor Emergencial para Preservação do Ofício e da Renda (BEm), uma vez que foi batizado o programa, vigorou até o final do ano pretérito e, segundo o governo, ajudou a preservar murado de 10,2 milhões de empregos e mais de 1,5 milhão de empresas.

“O nosso publicado BEm está em vias entrar em campo pela segunda vez, fazendo com que aproximadamente 11 milhões de pessoas não percam o seu ocupação”, afirmou o presidente durante uma cerimônia, no Palácio do Planalto, para anunciar a novidade risca de crédito da Caixa Econômica Federalista para as Santas Casas e demais hospitais filantrópicos.

Bolsonaro também afirmou que o Programa Vernáculo de Pedestal às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) deverá atender o setor de bares e restaurantes, um dos que mais têm sido afetados pela crise. O Pronampe foi criado em maio do ano pretérito para facilitar financeiramente os pequenos negócios e, ao mesmo tempo, manter empregos durante a pandemia de covid-19.

As duas medidas se somam à retomada do Auxílio Emergencial, também citada pelo presidente em seu oração, e que dessa vez deve atender murado de 45,6 milhões de famílias ao dispêndio de R$43 bilhões. “Iniciaremos agora, no início do mês de abril, um prolongamento desse programa, com quatro parcelas que, em média, equivalem a R$250. Sabemos que não é muito, mas representa um tanto para quem realmente necessita.”

Santas Casas

Com novo recorde de mortes por covid-19 no país, filhos de Bolsonaro fazem ataques nas redes sociais Assessor de Bolsonaro faz gesto detrás de Rodrigo Pacheco durante sessão no Senado ‘Empresa vai poder trinchar salário com antecipação de seguro-desemprego’, diz Guedes Na solenidade no Planalto, o presidente da Caixa Econômica Federalista, Pedro Guimarães, anunciou a destinação de R$3,4 bilhões para uma risca de crédito voltada às Santas Casas e hospitais filantrópicos. Ele também confirmou a possibilidade de uma pausa de 180 dias nos contratos de crédito em curso desses hospitais com o banco, a ampliação do prazo de pagamento de 84 para 120 meses (de 7 para 10 anos), além da disponibilização da novidade modalidade de crédito com taxa pós-fixada de 0,29% ao mês + Certificado de Repositório Bancário (CDI), totalizando 6,3% ao ano.

“As taxas de juros para as Santas Casas chegavam a mais de 25% ao ano e, uma vez que vocês vão ver, nós reduzimos para um tanto em torno de 6%, com um volume muito grande de pausas, e querendo chegar a todas as 1.650 Santas Casas de todo o Brasil”, afirmou Guimarães.

Atualmente, murado de 290 entidades são atendidas pela risca Caixa Hospitais, destinada a instituições privadas que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS) e podem antecipar recursos a receber do Ministério da Saúde. Ao todo, essas instituições abrigam 36 milénio leitos hospitalares e 7 milénio leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os empréstimos de R$3,4 bilhões representam aproximadamente 35% das dívidas dessas instituições no mercado financeiro.

No ano pretérito, o banco havia reduzido a taxa média do Caixa Hospitais em 45% na conferência com os juros cobrados até 2018. Segundo a Caixa, a novidade risca de crédito permitirá às entidades acessarem condições ainda melhores, de conciliação com o perfil. Nascente O Dia






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