Procura por seguro de vida cresce na pandemia; veja se compensa aderir Jornal da Manhã

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Compensa aderir? 

Os dados do mercado mostram que, com a pandemia, a população em universal tem procurado mais por seguro de vida. Isso demonstra que as pessoas começam a enxergar o serviço uma vez que uma premência necessário, e não mais uma vez que uma despesa extra.

Isso porque um seguro de vida vai além das situações relacionadas à morte. Ele oferece benefícios e seguridade que podem ser usados em vida, uma vez que proteção financeira, assistência no tratamento de doenças graves, reembolso de despesas com hospitais, remédios, médicos e serviços odontológicos, pagamento de diárias por retiro do trabalho, entre outros.

Imagine que, durante a pandemia, um profissional autônomo responsável pelo sustento do lar contraia Covid-19 e passe alguns dias internado. 

Nesta situação, o seguro de vida pode ser acionado para indenizar as diárias de incapacidade e em hospitais. Em caso de falecimento desta pessoa, os dependentes financeiros também não ficam desamparados.

Outra vantagem desse tipo de seguro é que ele não se enquadra uma vez que legado. Dessa forma, o serviço não entra no inventário do falecido segurado e é isento de dívidas e penhora, de maneira que os beneficiários da apólice têm a indenização garantida.

Portanto, é importante a pessoa examinar as condições, o orçamento pessoal e os benefícios, e calcular se compensa contratar o serviço.

Quanto custa? 

O interessado em comprar um seguro de vida, primeiro precisa entender qual é o seu momento financeiro para buscar o projecto que oferece o melhor custo-benefício a longo prazo. 

Muitas vezes, o resultado custa muito menos ao ano do que um seguro automotivo, por exemplo. Mas tudo depende do estilo de vida da pessoa, do estado de saúde, além da cobertura contratada. 

De tratado com uma consulta feita pelo InfoMoney junto às principais seguradoras do país, existem opções no mercado brasileito que custam menos de R$ 100,00 por mês. Trata-se de coberturas básicas, com indenização por morte procedente, por morte casual e por invalidez permanente por acidente. 

Esse quadro de orçamento considera o perfil de um jovem do sexo masculino, de 30 anos de idade, casado, não fumante e não obeso.

Porém, quanto maior o número de dependentes, maior é o valor da apólice para prometer o conforto de todos.

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