Processado por Xuxa, Sikêra Jr. rebate e entra com ação contra apresentadora · Notícias da TV

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Sikêra Jr. e Xuxa Meneghel, desafetos declarados desde outubro do ano pretérito, quando começaram a trocar acusações públicas, também travam uma guerra nos tribunais. A apresentadora já havia processado o jornalista em 2020, mas o Notícias da TV teve entrada a um documento que mostra que a resguardo do jornalista entrou com uma ação de reconvenção, o que também coloca a artista na requisito de ré.

O caso está com a juíza Glaucia Lacerda Mansutti, da 45ª Vara Cível de São Paulo, que agora vai examinar os pedidos de Xuxa contra Sikêra –e vice-versa, tudo na mesma ação. Essa foi uma estratégia adotada pela resguardo do titular do Alerta Pátrio para responder as acusações feitas pela “rival” na Justiça.

Perito em Recta Social, a advogada Patricia de Mendonça da Silva, que não tem relação com a disputa judicial entre os apresentadores, explica uma vez que funciona uma ação de reconvenção.

“A reconvenção é uma ação do réu [no caso, Sikêra] contra o responsável [Xuxa]. Neste caso, o responsável passa a, também, ser réu; assim uma vez que o réu passa a, também, ser responsável. O réu utiliza o mesmo processo para fazer um novo pedido. É uma forma de ataque, não de resguardo”, aponta Patricia, do escritório Neves, De Rosso e Fonseca Advogados.

A profissional explica que uma única sentença decidirá sobre ambos os pedidos. Ou seja, uma das possibilidades é que os dois sejam condenados ao pagamento de indenização por danos morais na mesma decisão. Xuxa e Sikêra Jr. não comentam processos judiciais em curso.

REPRODUÇÃO/TV GLOBO E REDETV!

Os desafetos Xuxa Meneghel e Sikêra Jr.

Entenda o caso Xuxa x Sikêra

Os ataques de Sikêra a Xuxa começaram depois que a apresentadora compartilhou um vídeo que o jornalista exibiu no Alerta Pátrio, no qual aparecia um varão estuprando uma potra. Sikêra fez perdão com a situação e convocou dois membros de seu programa para simularem a cena ao vivo. Xuxa apontou a apologia à zoofilia.

“Repostei fazendo a pergunta: onde está a perdão? E reafirmei: zoofilia é delito. Pois muito, o tal senhor, em vez de ver o erro que fez e se desculpar com as famílias que veem seu programa, começou a me combater, me chamando de pedófila e ex-rainha. E mais, disse que ensinava crianças a não deixarem ninguém tocá-las em certos lugares do corpo”, escreveu ela em sua pilar na revista Vogue, em outubro.

Sikêra a chamou de pedófila usando uma vez que argumento o roupa de a loira ter atuado no filme Paixão Estranho Paixão (1982), e a acusou de fazer apologia às drogas, por uma vez ela ter dito em entrevista que sua mãe, dona Alda Meneghel (1937-2018), fazia uso de maconha medicinal para amenizar sintomas de sua doença degenerativa.

O apresentador da RedeTV! também afirmou que Xuxa incentiva as crianças a “safadeza, putaria e suruba” por ter lançado recentemente o livro Maya, o Bebê Roda-Íris, que conta a história de uma garotinha que tem duas mães.

A apresentadora, logo, levou o caso à Justiça e alegou que “o teor exibido e prolatado pelo requerido é calunioso”. Xuxa afirma que os comentários do funcionário da RedeTV! “não se tratam de liberdade de sentença, mas de agravo de recta”.

Em outubro, a rainha dos baixinhos pediu, em caráter de urgência, a cassação do título de jornalista do apresentador, o término do Alerta Pátrio e que ele fosse proibido de reportar o nome dela na TV. A Justiça, no entanto, negou as liminares.

No caso que está em estudo pela 45ª Vara Cível de São Paulo, a resguardo de Xuxa pede uma indenização de dano moral de R$ 500 milénio –que ela pretende doar a instituições de humanitarismo. Na reconvenção, os advogados de Sikêra querem provar que ele também foi claro de ataques.

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