Porquê vai permanecer o bolsa família depois do auxílio emergencial 2021?

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O Bolsa Família deixará de subsistir ainda leste mês, em outubro de 2021, junto com o auxílio emergencial, isso porque o Governo federalista decidiu reformular o programa social. A novidade estrutura muda todos os parâmetros do favor, incluindo o valor pago, quem tem recta a receber. Assim, porquê vai permanecer o bolsa família depois do auxílio emergencial tem sido uma incerteza recorrente.

A primeira coisa importante a ser dita sobre o horizonte do Bolsa Família é que ele passará por uma grande transformação, mas não deixará de prestar assistência para os beneficiários. Em virtude da pandemia de Covid-19, segmento dos inscritos no programa social estão recebendo o auxílio emergencial no lugar do Bolsa Família, por isso porquê vai permanecer o bolsa família depois do auxílio emergencial é uma preocupação tão importante. 

Até quando o Bolsa Família vai receber o auxílio emergencial?

Pelo calendário de pagamento do auxílio emergencial divulgado pela Caixa, os depósitos da última parcela do favor para quem é do Bolsa Família ocorrerão entre os dias 18 e 29 de outubro. Os pagamentos irão suceder de forma escalonada, assim porquê nas parcelas anteriores.

Logo, tendo porquê base o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), os primeiros a receberem serão aqueles com NIS igual a 1. A sequência seguirá com liberação de um novo lote a cada dia até chegar no NIS 9. Depois, os últimos do Bolsa Família a receberem auxílio emergencial são os com NIS 0, por serem os mais recentes no programa.

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Depois, no mês de novembro, porquê não haverá novas parcelas do auxílio, muitos se questionam porquê vai permanecer o bolsa família depois do auxílio emergencial. Apesar de ainda não possuir nenhuma definição sobre uma eventual prorrogação do auxílio emergencial, os beneficiários não voltarão a receber o Bolsa Família porquê antes. 

Isso porque, o Bolsa Família dará lugar a um novo favor, o Auxílio Brasil, implementado por meio de uma Medida Provisória assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem Partido). Assim, o horizonte de porquê vai permanecer o bolsa família depois do auxílio emergencial ainda está se desenvolvendo. 

Por utilizar toda base já criada pelo programa social criado no governo Lula, a medida de Bolsonaro ficou popularmente conhecida porquê “Novo Bolsa Família”. Na prática, não há uma diferença entre o Novo Bolsa Família e o Auxílio Brasil.

Porquê será o novo Bolsa Família?

O Governo Federalista garante que todos os que recebiam o programa anterior serão cadastrados e aprovados no novo pagamento de forma automática. Sendo essa a primeira segmento da pergunta sobre porquê vai permanecer o bolsa família depois do auxílio emergencial.

A previsão é de que a reformulação no Bolsa Família seja  implementada até o termo de outubro deste ano, conforme o Ministério da Cidadania. A pasta é responsável por gerenciar políticas de transferência de renda e ações de esteio socioeconômico do Governo Federalista e terá papel fundamental em porquê vai permanecer o bolsa família depois do auxílio emergencial.

Para o pagamento do novo Bolsa Família depois do auxílio emergencial, o governo reuniu seis benefícios sociais diferentes e integrou todos em um só pagamento. A reformulação cria ainda “benefícios acessórios”, que podem ou não serem pagos a quem receber o novo Bolsa Família. 

Qual vai ser o novo valor do Bolsa Família depois do auxílio emergencial?

Por ter sido implementado por Bolsonaro sem ter uma nascente de renda clara, o novo Bolsa Família apresenta uma série de lacunas o que torna o horizonte do Bolsa Família depois do auxílio emergencial ainda incerto. A principal vazio trata-se justamente do novo valor do favor. Em promessas para restabelecer a popularidade, Bolsonaro chegou a prometer remunerar até R$ 400.

Em outros momentos, voltou detrás e desde portanto tem prometido um reajuste de no mínimo 50% do valor atual de R$ 189 em média. Um valor sugerido pela base aliada do presidente e até portanto, o mais aceito pela equipe econômica, tem sido a quinhão mensal de R$ 300. 

Diante de tantas incertezas, o Ministério da Economia se comprometeu em definir os valores até início de outubro, porém, isso ainda não ocorreu, o que aumentam as dúvidas de porquê vai permanecer o bolsa família depois do auxílio emergencial.

VEJA TAMBÉM | Calendário do Bolsa Família atualizado da 6ª parcela do Auxílio

Quem vai ter recta ao novo Bolsa Família?

Com diversas alterações nos critérios de recebimento, a meta do Governo Federalista é expandir de 14,6 milhões de beneficiários para 17 milhões de pessoas agraciadas com o Bolsa Família que passará a se invocar Auxílio Brasil. Assim, depois do auxílio emergencial, poderão receber o novo Bolsa Família:

  • Trabalhadores informais
  • Autônomos
  • Desempregados 
  • Inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federalista (CadÚnico)
  • Mães chefes de família

Além dos critérios básicos, há ainda a limitação de renda. Pelas regras antigas, a limitação variava de harmonia com a família, mas depois do termo do auxílio emergencial isso irá mudar. 

Dessa forma, poderão receber o novo bolsa família: famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa ou de no sumo três salários mínimos por núcleo familiar. 

Porquê vai funcionar o Bolsa Família depois do auxílio emergencial?

As regras iniciais da reformulação do Bolsa Família entraram em vigor no dia 10 de agosto por meio da publicação da Medida Provisória de número 1.061 de 2021 no Quotidiano Solene da União.

Todas as determinações têm até 120 dias para serem avaliadas pelo Congresso Pátrio. Atualmente, o projeto está na metade do tempo, com ainda dois meses para ser analisado. Caso isso não ocorra, as reformulações propostas perdem validades e podem deixar de subsistir.

Porém, porquê o início do funcionamento do Auxílio Brasil ocorre logo depois do Auxílio Emergencial, a medida será colocada em prática antes do termo do prazo para votação.

Em respostas às críticas e questionamentos da viabilidade do programa do ponto de vista econômico, Bolsonaro publicou decreto no último dia 7 de outubro no qual autoriza o uso de verbas de emendas parlamentares ainda em construção  para bancar a medida.

Aliás, o decreto autoriza o uso da futura economia mediante a eventual aprovação da reforma do Imposto de Renda e da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos precatórios. Assim, Bolsonaro tenta financiar o pagamento do novo auxílio família depois do auxílio emergencial com verbas que ainda podem, ou não subsistir.

Outro ponto importante é a preceito do presidente de que caberá aos órgãos reguladores dos benefícios que foram agregados no Auxílio Brasil, a responsabilidade sobre bancar os beneficiários acessórios.

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