Porquê produzir metas poderosas | SEGS

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É muito generalidade e normal criarmos metas pessoais e profissionais no prelúdios do ano, quando temos alguma mudança na vida e ou até mesmo quando nos sentimos incomodados com resultados. Do mesmo jeito é generalidade não alcançarmos nossas metas e acabamos desanimando. Mas qual será o verdadeiro motivo de não alcançarmos as metas?

Vou dar um exemplo que pode iniciar a esclarecer esta questão. Imagine um time de futebol que tenha porquê meta lucrar o campeonato do seu país sem perder ou empatar, sem tomar nenhum gol, fazer pelo menos três gols por partida e não ter nenhum jogador machucado. Seria uma realização e tanto, notório?

Mas aí que começa o problema. Para definirmos uma meta temos de passar por várias etapas. É um processo trabalhoso e só cumprindo todas as ações conseguiremos chegar lá.

Primeiro devemos estimar e refletir sobre a meta. Para decidirmos o que queremos no horizonte e porquê vamos chegar lá é preciso saber onde estamos agora e qual a nossa satisfação. É importante refletirmos se a meta faz sentido para nós ou para o nosso escritório. Onde vamos chegar se atingirmos a meta? É esse o horizonte que estamos querendo? Faz sentido para um time de futebol ter a meta descrita supra? Reflita.

A segunda lanço é mais técnica, mas não menos importante. Vou explicar. A meta deve ser específica, ou seja, não pode fomentar incerteza. No nosso exemplo, a meta é ser vencedor. A meta deve se mensurável, ou seja, ser provável verificar se a alcançamos. Sim, é provável saber se o time foi vencedor ou não.

A meta deve ser alcançável. É provável ser vencedor, sim. Mas é provável ser vencedor com todas aquelas exigências?

A meta deve ser relevante. A meta faz sentido Está ligada à estratégia do seu escritório? É relevante ser vencedor vernáculo? Sim, o prêmio é bom e dá recta a disputar outros campeonatos.

A meta deve ter prelúdios, meio e termo. Devemos estabelecer um tempo para a alcançarmos. Ser vencedor neste ano ou no supremo em três anos.

Se a meta criada não cumpre todos estes pontos não é uma meta, é um sonho.

E por termo a prestação de contas. Se só você sabe qual é a sua meta será que você vai chegar lá sozinho? Já pensou em compartilhar esta meta com sua “torcida” e lucrar incitamento, orientações e ajuda? Tenha um paraninfo para te ajudar ou supervisionar, alguém que você precise prestar contas.

Pensando na meta do time de futebol, que conclusões podemos chegar? É realmente uma meta?

Vamos transportar oriente exemplo para seu escritório de advocacia. Pense nas metas do seu time, o que é importante, o que o atingimento desta meta vai trazer de bom. Pare, reflita, discuta, coloque no papel todas as etapas, coloque seu time em campo e vamos jogar.

*Fernando Magalhães é fundador e CEO da OM Assessoria, empresa especializada em gerar soluções claras para resoluções de problemas e para o desenvolvimento dos escritórios de advocacia, tanto financeiramente quanto qualitativamente. É graduado pela Faculdade de Economia e Governo da Universidade de São Paulo (FEA – USP), pós-graduado em Planejamento Estratégico para Escritórios de

Advocacia na GVLAW, da Instalação Getúlio Vargas, e em Gestão Jurídica Estratégica na FIA – Instalação Instituto de Governo. Tem curso sobre Melhores Práticas de Escritórios de Advocacia, ministrado na TOTVS.

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