Porquê poupar no valor do seguro do seu carruagem? | Seguros

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Mais importante do que poupar na hora de fazer o seguro do seu carruagem é prometer que você será reembolsado caso se envolva em um acidente. Mesmo quando se contrata um seguro para terceiros, na verdade é o seu patrimônio (seu quantia) que você está protegendo. O que define o prêmio (valor do seguro) é o perfil do cliente, mas existem algumas cláusulas e serviços que podem ser retirados do contrato para que o montante final fique mais reles.

De convenção com Nicolas Ferrara, gerente de produtos na Youse, é importante o segurado prometer que as coberturas e assistências estejam adequadas às suas necessidades, desse modo evita remunerar por um tanto que não faz sentido para seu perfil. Portanto, leia o contrato com atenção e analise o que tem significado ou não para você.

Outra dica relevante é preencher o contrato com desvelo, sem mentir ou omitir informações, para não perder o recta à restituição. A seguradora não checará nenhum oferecido no momento de fazer o contrato, mas poderá investigar fraudes depois de um sinistro.

A boa notícia é que os preços estão mais baixos depois que as fintechs de seguros entraram no mercado. Mas fique de olho: o primeiro passo é procurar uma seguradora regulamentada pela Susep, órgão governamental responsável por autorização, controle e fiscalização dos mercados de seguros no Brasil. De convenção com Luís Gustavo, diretor da Garcia e Pelágico Corretora de Seguros, que trabalha com diversas seguradoras há 20 anos, é importante tomar alguns cuidados ao encontrar uma empresa na internet: “O dispêndio é atrativo, mas o contrato não tem as mesmas garantias e a empresa pode não conseguir honrar a indenização”, afirma o perito.

Depois de listar seguradoras confiáveis, é importante confrontar os preços. Para o planejador financeiro CFP da Planejar, Carlos Castro, é melhor escolher um valor menor se sua situação for de reles risco, porquê ter garagem fechada no trabalho e em mansão, por exemplo. “Se um tanto sobrevir, vai finalizar pagando uma franquia maior. Já se o risco for cima, é melhor remunerar um seguro mais dispendioso e ter uma franquia mais barata”, destaca.

Vale expressar que existe uma cobertura extremamente importante e que não deve ser retirada: a de terceiros. “Eu nunca vou conseguir saber em quantos carros posso fustigar e se vou fustigar em um carruagem de luxo, por exemplo. Percutir em um carruagem de outra pessoa pode custar muito mais que o valor do meu carruagem”, lembra Luís Gustavo, da Garcia e Pelágico Corretora de Seguros.

Mas vale a pena não acionar o seguro somente para manter a classe de bônus? Só se o dispêndio de reparo for menor que o valor cobrado pela franquia (Foto: Thinkstock) — Foto: Autoesporte

Outra informação importante diz saudação à classe de bônus, um tanto que pode reduzir o valor pago anualmente. De zero a dez, o cliente ganha um novo ponto sempre que completar um ano de vigência sem acionamentos — porquê as coberturas de roubo e rapina. Vale lembrar que você não perde pontos se acionar o chaveiro, por exemplo.

Esse desconto pode chegar a até 50% no valor totalidade da apólice. Os pontos da classe de bônus são ligados ao motorista, que pode trocar de seguradora ou de carruagem e ainda assim manter sua “nota”. Esse código, formado de 14 dígitos, é encontrado no contrato em vigor.

Mas vale a pena não acionar o seguro somente para manter a classe de bônus? Só se o dispêndio de reparo for menor que o valor cobrado pela franquia. “Geralmente, quando o veículo sofre um dano pequeno e o valor do conserto é subordinado ao da franquia, acionar a cobertura do seguro pode não recompensar porque impactará a classe de bônus”, afirma Nicolas Ferrara, da Youse.

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