Porquê não espantar bons funcionários no pós-pandemia – Pequenas Empresas Grandes Negócios

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Um estudo global realizado pela Microsoft no ano pretérito revelou que 41% dos trabalhadores estava pensando em deixar ou mudar de profissão.

Varão estressado sentado em banco (Foto: Reprodução/Unsplash )

Muitos atribuem esse movimento a questões que ganharam mais relevância na pandemia, uma vez que flexibilidade, priorização da saúde mental e autonomia.

Pensando nisso, empreendedores devem permanecer cada vez mais atentos para não ver bons funcionários indo embora por falta de uma gestão humanizada e atenta às pautas destacadas durante a crise do coronavírus.

PEGN conversou com Paulo Sardinha, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, para entender uma vez que as empresas podem se preparar para manter talentos na organização.

“O primeiro ponto é que o talento não gosta de ser retido. A pergunta a ser feita é: uma vez que posso fabricar condições para a pessoa talentosa permanecer na organização ou uma vez que mourejar com o trajo de que esse tipo de profissional procura essas movimentações?”, diz Sardinha.

Aquém, confira quatro atos comuns que podem “espantar” bons colaboradores:

Trabalho remoto
Com a aceleração da vacinação e a pandemia dando adeus ao seu pior momento, é procedente que as empresas queiram retomar suas rotinas nos escritórios. Há um desvelo a ser tomado, no entanto. O trabalho remoto mostrou que a flexibilidade pode ser um mercê para muitos funcionários. As empresas que não perceberam isso e agora exigem o retorno completo das suas equipes podem passar o risco de perder alguns talentos.

A expectativa é que o home office e o protótipo híbrido tenham chegado para permanecer. Não oferecer essa selecção pode se tornar um filtro na procura pela melhor mão de obra. “A empresa deve se preparar para um mundo mais plural. Portanto, ela deve calcular a natureza da tarefa, da vontade da pessoa e da própria organização. Investigar as condições que as pessoas têm e se o trabalho delas se torna mais produtivo quando feito no coletivo. O trabalho em grupo é importante, caso se faça necessário.”

Flexibilidade
Pedir um dia inteiro de folga para ir a uma consulta — ou até mesmo marcar o médico sempre fora do horário de trabalho — não condiz mais com a novidade verdade. Para muitos colaboradores, a possibilidade de trabalhar em um envolvente maleável, mensurado por entrega e resultados em vez de presença, se tornou uma vantagem competitiva. Portanto, fabricar um negócio que não leva em conta o estabilidade entre a vida pessoal e profissional é passar risco de permanecer para trás.

“A empresa precisa saber que agora, mais do que nunca, pessoas talentosas estão voltadas para os seus desejos e necessidades. Para ser sedutor, é preciso fabricar um envolvente propício. Nesse sentido, a companhia deve usar flexibilidade, tolerância e ter uma liderança mais oportunidade e ouvinte. É hora de repensar as formas de se relacionar. A rigidez só afasta as pessoas”, diz Sardinha.

Saúde mental
A pandemia deixou marcas que vão muito além das máscaras nos rostos das pessoas. Há um legado psicológico que o meio corporativo deve levar em conta. Depois de um longo período de isolamento, a taxa da saúde mental se tornou prioritária dentro do mundo dos negócios. Com isso, é preciso fabricar um envolvente de trabalho em que discutir assuntos uma vez que impaciência, estresse, pressão e temor faça secção do dia a dia. 

No entendimento do presidente da ABRH, a saúde mental é uma das questões mais importantes deste novo momento do envolvente corporativo. “É preciso calcular com critério técnico, e nenhuma empresa por si só deve ser responsável por isso. Portanto, ela deve contratar profissionais especializados que possam dar escora fora do envolvente de trabalho. São pessoas capazes de diferenciar as questões de saúde mental e de ordem emocional, um insatisfação de uma depressão. Vamos ter de cuidar disso e vamos ter de diagnosticar da maneira correta.”

Autonomia
Penetrar mão não é fácil. Só que na pandemia foi necessário aprender a delegar e a responsabilizar no trabalho dos seus funcionários. Sem poder checar fisicamente o trabalho da equipe, muitos gestores aprenderam a valorizar o espaço e a entrega de cada colaborador. Caso não tenha optado por esse protótipo, tornando-se refém da microgestão, as chances de encontrar colaboradores frustrados aumenta. Na visão do profissional, o diálogo se faz providencial. “É hora de atender necessidades específicas e entender que regras gerais vão deixar as especificidades de lado. Há colaboradores que precisam de óculos, outros de escora na cadeira. A saída é tratar o profissional uma vez que quidam.”

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