Porquê funciona a rede Wi-Fi no avião?

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Entender porquê funciona a rede Wi-Fi no avião é uma incerteza generalidade entre os passageiros. Finalmente, porquê é verosímil ter internet no voo se uma das primeiras orientações que é passada pelos tripulantes é justamente a de desligar (ou colocar em modo avião) os aparelhos eletrônicos, incluindo celulares, tablets e notebooks?

Em seu site solene, a própria Anac (Escritório Vernáculo de Aviação Social) diz que os chamados dispositivos emissores intencionais de radiofrequência precisam estar desabilitados em determinadas ocasiões:

“Esta pujança pode afetar a segurança da avião, pois seus sinais podem ocorrer nas mesmas frequências utilizadas pelos sistemas de notícia, navegação, controle de voo e equipamentos eletrônicos, devido a grande sensibilidade dos mesmos. A empresa aérea deve mostrar que ela pode prevenir a interferência potencial que possa apresentar riscos à segurança”.

As ocasiões em que o Wi-Fi no avião precisa estar desativado são, basicamente, durante o pouso e a decolagem nos aeroportos. Por conta disso, as próprias companhias aéreas já disponibilizam serviços de Wi-Fi aos clientes durante as demais fases do voo. E é aí que entra a pergunta: porquê funciona a rede Wi-Fi no avião?

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Duas formas

Imagem: Reprodução/Inmarsat

O sinal de Wi-Fi no avião funciona porque é levado aos milhares de metros de altitude basicamente de duas maneiras: pelas tradicionais torres de transmissão, instaladas por todo o mundo; ou por conexão via satélite. Ou seja: o sinal Wi-Fi funciona no avião vindo ora de cima, ora de reles.

O meio mais tradicional é, na verdade, muito similar ao que gera sinal de Wi-Fi em situações normais, só que no sentido oposto. Enquanto uma pessoa que está em terreno firme recebe o sinal vindo de cima, das antenas posicionadas em uma série de lugares, quem está no avião tem Wi-Fi captado pelas antenas colocadas na segmento de reles da fuselagem. Simples, né? Nem tanto…

Quando o avião está sobrevoando áreas em que não há torres de transmissão no solo, ou seja, quando está cruzando oceanos, por exemplo, o sinal precisa vir de outro lugar. Seria o equivalente a uma “espaço de sombra”, no caso de um usuário que está em terreno. Nessas situações, o Wi-Fi no avião é disponibilizado de outra forma.

Lembra que falamos que o sinal utilizado viria ora de cima, ora de reles? Pois é… nessas áreas em que não há antenas no solo, é verosímil acessar a internet via Wi-Fi no avião graças aos satélites — os mesmos que permitem que as pessoas que moram em áreas rurais mais afastadas também tenham aproximação à internet. A diferença é que a antena não está instalada no teto da lar e sim na segmento de cima do avião, para receber o sinal do satélite e rotear para os equipamentos a bordo.

A Anac diz, em sua regulamentação, que cabe às companhias aéreas prover a segurança necessária para que o uso do Wi-Fi no avião, dentro das situações já estabelecidas porquê legais, não interfira no funcionamento dos equipamentos das aeronaves:

“A seção 91.21 do RBHA nº 91, a seção 121.306 do RBAC nº 121 e a seção 135.144 do RBAC nº 135 proíbem que dispositivos eletrônicos portáteis (PED) possam ser utilizados a bordo de aeronaves a menos que os operadores verifiquem que não causem interferência nos sistemas de comunicações e de navegação da avião em que serão utilizados”.

Quanto custa?

Imagem: Pexels/Pixabay

No Brasil, companhias porquê Gol, Latam e Azul disponibilizam há qualquer tempo o aproximação seguro ao Wi-Fi no avião. Os preços variam de concórdia com a empresa, a velocidade da internet e o tempo de utilização. Os custos podem partir de R$ 7,50 por hora, porquê na Latam; e chegarem próximos dos R$ 100 em voos mais longos. 

Para voos internacionais, empresas porquê Norwegian, SAS, Air France e Turkish Airlines oferecem o mercê de perdão, mas somente para os passageiros da 1ª classe. Outras empresas, porquê KLM, All Nippon e Cebu Pacific revelaram recentemente que pretendem incorporar o mercê a todos os passageiros em um horizonte próximo.

Com informações: Transportal, Anac

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