Porquê a BRF usou a tecnologia para reduzir o número de acidentes com caminhões – Era Negócios

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Unidade da BRF (Foto: Lucas Tavares/Dependência O Orbe)

A BRF, dona das marcas Sadia, Perdigão e Qualy, investiu no uso de tecnologia para melhorar sua prisão logística no Brasil. Por meio da telemetria, sistema que permite a mensuração e informação de informações, a empresa conseguiu diminuir em 9% o número de acidentes nas estradas em 2019 na confrontação com 2018.

José Perottoni, diretor de logística da BRF, conta que o movimento de transformação do dedo da espaço começou em 2013, com o programa SSMA Transportes (Saúde, Segurança e meio Envolvente), que avalia o desempenho de motoristas e a superioridade logística de transportadoras parceiras. “Iniciamos o levantamento de dados sobre acidentes e evoluímos ano a ano em iniciativas de prevenção”, afirma Perottoni. “Para isso, trabalhamos também as questões comportamentais e de performance dos colaboradores terceirizados da BRF.” Hoje, a empresa conta com uma frota de 9,5 milénio caminhões de transportadoras parceiras.

Automatização da frota

Com a implementação de tecnologias já existentes no mercado, uma vez que machine learning e lucidez sintético (IA), a BRF consegue monitorar os caminhões. A empresa recebe informações e faz a estudo de aspectos relacionados à meio dos motoristas, uma vez que velocidade do veículo em tempo real, risco de tombamentos, acelerações e freadas bruscas e acidentes. Os dados são coletados e analisados pela BRF em parceria com as transportadoras, que podem utilizar as informações para melhorar os serviços prestados.

Centro de Controle Operacional da BRF (Foto: BRF)

Meio de Controle Operacional da BRF (Foto: BRF)

Com o sistema, é provável orientar os motoristas sobre a conduta correta em cada trecho das estradas, além de coletar dados de consumo de combustível. Segundo Perottoni, a tecnologia permite saber, por exemplo, se um veículo específico está ligado sem urgência ou consumindo combustível demais.

“A Taxa de Frequência de Acidentes no Transporte (TFAT), corresponde ao número de acidentes por milhão de quilômetros rodados, que se compararmos com 2013, o percentual era de 0,83% chegando em 2020 com 0,30%. Cá na BRF, o nosso próximo repto é zerar esse índice”, conclui o diretor de Logística.

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