Por que parcerias incomuns impulsionam a inovação – Quadra Negócios

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Meio de Colaborações Inusitadas da Holanda facilita o caminho para a inovação (Foto: Pixabay/Pexels)

A jornada rumo à inovação não é fácil e os processos nem sempre saem uma vez que o planejado. Mas, o repto pode permanecer mais fácil com um empurrãozinho. Experimente colocar um psicólogo, um designer e um perito em estudos medievais, por exemplo, para trabalhar juntos e observe a mágica sobrevir.

Essa é a filosofia de trabalho do Meio de Colaborações Inusitadas da Holanda (CUCo, na {sigla} em inglês). Facilita o caminho para a inovação por meio do trabalho em equipe de diferentes áreas.

“Eu acho que se nós trabalhamos sozinhos ou só com pessoas que nós conhecemos, vamos sempre focar nas mesmas coisas e continuar nos mesmos caminhos. Ao trabalhar com outras pessoas você está mais cândido para novas ideias”, diz Corinne Lamain, diretora do CUCo. 

Corinne Lamain, diretora do CUCo (Foto: Divulgação)

Corinne Lamain, diretora do CUCo (Foto: Divulgação)

Para a executiva, é neste momento que a mágica acontece. “São criadas ideias, novos jeitos de olhar para os problemas, novos jeitos de seguir. Acho que isso é muito importante, trespassar da nossa risca de pensamento”, entusiasma-se ela.

Um dos projetos conduzidos no Meio é o FAIR-Battery, que reuniu engenheiros, físicos, economistas, sociólogos e outros grupos de “disciplinas diferentes” com o objetivo de desenvolver um resultado versátil e atingível.

“A teoria é: baterias são muito importantes também na transição energética, mas são difíceis de fazer, são poluentes e não são acessíveis para todos. Essa equipe está tentando desenvolver uma bateria que vá resolver estes problemas”, explica Corinne.

De concórdia com a executiva, o método é importante porque o grupo se preocupa com todos os processos do aparelho, seja na secção sociológica ou na questão das funcionalidades dele. “É um bom exemplo de uma vez que essas ciências técnicas precisam das ciências sociais para desenvolver um pouco que funciona em diferentes contextos”, afirma.

Corinne pontua que a jornada não é tão fácil de se fazer. Para ajudar, o CUCo organiza eventos, workshops e treinamentos, tudo para ensinar uma vez que pessoas com habilidades distintas podem colaborar umas com as outras.

O mais importante de tudo, segundo ela, é que as pessoas da equipe confiem umas nas outras. Outrossim, é fundamental admitir e entender as diferenças de cada um para que o trabalho possa fluir.

“Se a meta é desenvolver novas ideias e novos caminhos, precisamos fazer com que essas ideias diferentes trabalhem juntas”, diz ela. “Os problemas com os quais estamos lidando agora são complexos, e não podemos narrar exclusivamente com uma disciplina específica para resolvê-los”, completa. 

Para que a inovação ocorra, lembra Corinne, é preciso quebrar o sistema existente e edificar alianças incomuns, deixar a competição de lado e forçar mais um envolvente colaborativo, que é o objetivo do CUCo. “Nós pensamos que, para ter uma tributo à sociedade, temos de trabalhar mais em equipe”, diz a diretora.

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