Polícia indicia empresários por lesão corporal grave · Notícias da TV

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A Polícia Social de Alagoas indiciou os empresários Guilherme Accioly e Bernardo Mamparra por agressão ao ator Henri Castelli em Barra de São Miguel. O solicitador Fabricio Promanação, do 18º Região Policial, concluiu que houve lesão corporal grave e encaminhou o sindicância para o Ministério Público Estadual (MPE). O protector dos suspeitos alega legítima resguardo. Com o curso do caso, o jurisconsulto do artista apresentará novos laudos na sexta-feira (22).

Castelli, atualmente no ar uma vez que Cassiano em Flor do Caribe (2013), da Orbe, relatou ter sofrido agressão com “chutes e socos” em seu rosto que causaram uma fratura exposta na mandíbula. O roupa ocorreu em 29 de dezembro durante viagem para o município alagoano.

O caso tem diferentes versões. Segundo o ator, ele foi encurralado por homens em uma marina, mas não se lembra do que aconteceu depois. Em entrevista ao Fantástico, o artista negou que tenha começado qualquer confusão, frisou que não estava bêbado e que zero justifica a violência sofrida.

Em prova, Mamparra declarou que, ao chegar na marina, Castelli respondeu de forma irônica e regateira sobre uma sarau realizada antes. Segundo ele, o famoso tentou dar um soco nele, mas errou o cândido e pegou no lutador Aciolly, que revidou.

Nesta quinta-feira (21), a Polícia Social de Alagoas confirmou o indiciamento dos suspeitos por lesão corporal grave. Leia a íntegra:

“O solicitador Fabricio Promanação, do 18º Região Policial, da Polícia Social de Alagoas, concluiu o sindicância que apurou a ocorrência envolvendo o ator Henri Castelli no dia 29 de dezembro do ano pretérito, no município da Barra de São Miguel, no litoral Sul do Estado.

De congraçamento com o solicitador, duas pessoas foram indiciadas por lesão corporal grave. O sindicância já foi guiado para o Ministério Público Estadual (MPE).”

Henri Castelli: fratura na mandíbula posteriormente agressão

Ao Notícias da TV, Marcelo Amaral Colpaert Marcochi, jurisconsulto do protagonista de Flor do Caribe, informou que estava a caminho de Maceió para dar perenidade ao caso. Em enviado solene, ele informou que apresentará novos laudos e depoimentos na sexta-feira. Leia a íntegra:

“O indiciamento revela, de início, o entendimento da Poder de Polícia sobre os fatos havidos.

Esse ato pré-processual antecede a querela formal, e já revela aquilo que temos sustentado, o que seja, que o senhor Henri Castelli é vítima desse delito desarrazoado, e que ele não praticou qualquer roupa que lhe desse motivo.

Há outras diligências para serem empreendidas, assim uma vez que produzimos novas provas da natureza do delito e da autoria, em peculiar porque entendemos ter havido mais do que lesões graves.

Há novos laudos, novos depoimentos e tudo será entregue ao promotor amanhã, pessoalmente.”

O outro lado

Lucas Dória, jurisconsulto de Guilherme Accioly e Bernardo Mamparra, declarou que recebeu com surpresa o indiciamento de seus clientes. O protector alega legítima resguardo posteriormente a desavença iniciada por Henri Castelli e crê no arquivamento do caso posteriormente estudo do Ministério Público Estadual.

“Entendemos que ficou muito evidente que houve um início de uma luta e confusão por segmento de Henri. É o que a gente vem falando desde o primeiro momento e sintoma, justamente por conta de que a gente tem a verdade. Henri não foi agredido por nenhuma razão que não fosse uma resguardo”, declarou ao Notícias da TV

“O próprio solicitador, na entrevista que deu ao Fantástico, fala que Henri teria oferecido início [ao confronto]. Mas o solicitador entendeu que a reação foi desproporcional. A gente espera que o Ministério Público não entenda conforme o solicitador indiciou e peça o arquivamento desse procedimento, uma vez que não tem delito. Se tem qualquer delito diante do que aconteceu foi cometido pelo Henri Castelli, que gerou uma lesão corporal em Guilherme”, continuou.

Dória defenderá que seus clientes, principalmente Accioly, reagiram ao conflito provocado pelo famoso. “Guilherme posteriormente receber um soco –ele tem 1,70 m [de altura] e Henri tem quase 1,90 m. Apesar de Guilherme praticar jiu-jítsu, ser desportista, um rapaz ativo e surfista… Mas a partir do momento que ele levou um golpe possante, um soco no olho de um varão eminente e totalmente transformado, ele precisou se tutelar”, detalhou.

“Na resguardo [de Accioly], o soco bateu na região delicada do rosto [de Castelli], que foi a mandíbula e gerou a lesão. O que não faz de Henri a vítima. Ele que começou. Portanto, o posicionamento da resguardo é de surpresa [em relação ao indiciamento]. A resguardo não acreditava, não imaginava que o solicitador indiciaria um varão que se defendeu”, explica.

O jurisconsulto disse estar esperançado no arquivamento do caso pelo promotor. “Pelo roupa de Guilherme ter agido amparado na lei, no item do código penal que fala da legítima resguardo. Uma garantia dada ao cidadão brasiliano que se defenda de uma agressão injusta. Nosso posicionamento é esse desde o início”, frisou.

Para Dória, o roupa do ator ter trazido o caso à tona em janeiro posteriormente desmentir a própria versão de que se feriu em uma ateneu é motivo de incerteza.

“Henri já falou num primeiro momento que foi na ateneu. Depois falou que não lembrava de zero quando foi ouvido pelo solicitador. Depois falou que estava sentado e mexendo no celular quando foi surpreendido por homens. Depois faltou no Fantástico que chegou para Bernardo e disse que saiu mais cedo da sarau e, por conta disso, Bernardo teria agredido, ou seja, são quatro teses mirabolantes que não fazem sentido”, apontou.

“Portanto, chocou a resguardo o solicitador crer em uma dessas teses que não fazem o menor sentido. Indiciando homens de muito, pais de família e trabalhadores num delito que eles não cometeram em virtude de terem agido em legítima resguardo”, finalizou.

Veja publicação de Henri Castelli sofre a agressão:

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