peças ósseas são impressas em 3D com células vivas

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postado em 15/02/2021 06:04

(crédito: Universidade de South Wales/Divulgação)

Se, na espaço de nutrição hospitalar, a sentimento tridimensional está avançando, no campo da medicina reconstrutiva, essa tecnologia também tem tido resultados considerados promissores. Há poucos dias, cientistas da Universidade de New South Wales, na Austrália, anunciaram o desenvolvimento de uma tinta à base de cerâmica que poderá permitir aos cirurgiões imprimir em 3D peças ósseas completas contendo células vivas. Dessa forma, poderão ser usadas na reparação do tecido ósseo danificado.

Usando impressora 3D que implanta uma tinta próprio feita de fosfato de cálcio, os cientistas desenvolveram uma novidade técnica, conhecida uma vez que bioimpressão omnidirecional de cerâmica em suspensões de células (COBICS), que permite imprimir estruturas semelhantes a ossos, capazes de endurecer em questão de minutos quando colocadas na chuva. “Embora a teoria de sentimento de estruturas que imitam ossos não seja novidade, esta é a primeira vez que tal material pode ser criado em temperatura envolvente, preenchido com células vivas e sem produtos químicos agressivos ou radiação”, explica Iman Roohani, pesquisador da Escola de Química da UNSW.

“Essa é uma tecnologia única, que pode produzir estruturas que imitam o tecido ósseo”, completa. Segundo o pesquisador, o método poderá ser usado em uma ampla gama de aplicações clínicas: em reparo de defeitos ósseos, uma vez que os causados por acidentes, em pacientes oncológicos ou em pessoas que sofreram, por motivos diversos, a perda de uma grande segmento de tecido ósseo.

Efeito inédito

Segundo Kristopher Kilian, que codesenvolveu a tecnologia, o indumentária de células vivas fazerem segmento da estrutura impressa em 3D resulta em “um grande progressão na tecnologia de ponta atual”. Até agora, diz ele, produzir um pedaço de material semelhante a um osso para reparar o tecido ósseo de um paciente envolve, primeiro, ir a um laboratório para fabricar as estruturas usando fornos de subida temperatura e produtos químicos tóxicos. “Isso produz um material sequioso que é levado a um envolvente galeno ou a um laboratório, onde a peça é lavada abundantemente e, em seguida, adicionam-se as células vivas”, detalha.

Na novidade tecnologia, é verosímil fazer a sentimento diretamente para um lugar onde há células, uma vez que uma cavidade no osso do paciente. “Podemos ir diretamente para o osso, onde há células, vasos sanguíneos e gordura, e imprimir uma estrutura semelhante a um osso que já contém células vivas muito naquela espaço. Atualmente, não há tecnologias que possam fazer isso diretamente.” O estudo foi publicado na revista Advanced Functional Materials. (PO)

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