Paulo Serra é eleito vice-presidente da extensão de finanças da FNP – Quotidiano do Grande ABC

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Em votação simbólica por videoconferência, o prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), foi eleito ontem para integrar a novidade elaboração da FNP (Frente Pátrio de Prefeitos). O tucano entrou na placa executiva na exigência de vice-presidente da extensão de finanças públicas do conjunto, formado, majoritariamente, por capitais brasileiras. O grupo terá vigência por dois anos, vigorando até abril de 2023, e será comandado no período pelo prefeito de Aracaju (Sergipe), Edvaldo Nogueira (PDT), em substituição a Jonas Donizette (PSB), ex-chefe do Executivo de Campinas.

Também presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Paulo Serra compunha a diretoria anterior, exercendo o posto de vice-presidente do setor de precatórios. Ex-prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PSDB) era vice de objetivos de desenvolvimento sustentável. A cerimônia foi realizada de forma virtual na manhã de ontem. Fundada em 1989, a FNP tem uma vez que foco de atuação muro de 400 municípios com mais de 80 milénio habitantes. Esse recorte envolve 100% das Capitais, 60% da população e 75% do PIB (Resultado Interno Bruto) do País. A última iniciativa encampada pela entidade municipalista se deu em torno de fabricar protótipo de consórcio para compra suplementar de vacinas a partir da liberação para compras – o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), foi escolhido para gerir o Conectar (Consórcio Pátrio de Vacinas das Cidades Brasileiras), braço da FNP e que vai simbolizar muro de 2.600 cidades e 150 milhões de habitantes.

“O Jonas realizou a votação e essa elaboração foi tentando conciliar as representações regionais, abrangendo todas as do Brasil, com as questões político-partidárias, numa frente plural. Fui convidado a participar desta temática, de convénio com experiência exitosa em determinadas áreas. Isso porque tivemos protótipo de gestão com redução da dívida em 80% nos últimos quatro anos, queda de precatórios, o que inclui a licença à Sabesp (Companhia de Saneamento Substancial do Estado de São Paulo). Em suma, subtracção do endividamento da cidade, com redução de cargos, venda de veículos oficiais e enxugamento da máquina”, defendeu Paulo Serra.

O tucano destacou que esse conjunto de medidas administrativas resultou na reclassificação fiscal de Santo André, possibilitando ao município contratar linhas de crédito, uma vez que do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), CAF (Corporação Andina de Fomento) e da Caixa. “Saímos de situação orçamentária sátira, em 2017, e voltamos a ser referência. Tínhamos rating D e passamos para B. Porquê consequência disso, temos aproximadamente R$ 1 bilhão em obras sendo executadas na cidade, apesar da crise que vivemos, que afetou, sobretudo, a receita, com menor ingressão de recursos e mais gastos (destinados ao combate da pandemia de Covid-19).” 

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