Paulo Castelli, galã dos anos 80, largou a atuação e trabalha uma vez que geriatra – Celebridades

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Reprodução

Paulo Castelli largou a vida de ator e trabalha uma vez que geriatra

Nos anos 80, o ator Paulo Castelli era um verdadeiro galã
. Ele atuou em novelas uma vez que “Ti Ti Ti”, “Roda de Queimação”, “Bambolê”, “Voltei pra Você” e diversas outros folhetins da Mundo. Com o tempo, toda a glória e exposição começaram a incomodar um pouco o artista e ele foi se aproximando de outro mundo, o da psicologia. Com o tempo ele largou a curso de ator e se especializou no trabalho com idosos. Hoje ele é geriatra e possuidor de um residencial para idosos.

Em entrevista à Quem, Paulo contou que atraia multidões de fãs quando estava no auge da curso. “Comecei a trabalhar uma vez que ator muito jovem. Atuei por mais de 20 anos. Quando fui para TV a minha curso tomou outra proporção. Lembro de uma ocasião em que não achei vaga dentro do estacionamento da emissora, e deixei o sege na rua. Quando desci do sege, uma plebe foi me cercando. Eu não conseguia mais caminhar e encruzar a rua. Pensei: ‘Meu Deus, o que é isso?’. Os seguranças da emissora foram me ajudar porque tinha gente querendo retirar até meu cabelo”, relembra.

Foi por conta de toda essa histerismo que Paulo decidiu ir buscar ajuda psicológica e começou a se aproximar do viria a ser sua novidade curso. “Comecei a me sentir angustiado com a mudança e a exposição. Precisei do atendimento de um psicólogo para conseguir mourejar com aquilo tudo e com o assédio. Toda a pessoa que se envolve muito com a mídia, seja ator, cantor ou influenciador, precisa fazer terapia para voltar à sua verdadeira posição, para não se perder e não descobrir que é um pouco mais que um ser humano”, comenta.

Quando ainda era contratado da Mundo, o ator começou a ajudar um colega que era possuidor de uma clínica de psicologia e decidiu que iria entrar na faculdade. Ele cursou Psicologia na PUC-SP e conciliou os estudos com a vida de famoso, mas aos poucos foi se afastando dos holofotes.

“Acabei o primeiro ano na faculdade e me saí muito. Pensei: ‘Agora a faculdade é primordial’. Veio o Projecto Collor, perdi muitos projetos por pretexto disso e lentamente fui me afastando da curso de ator e não renovando o contrato com a TV”, Paulo conta. “Depois surgiam propostas tentadoras, mas rejeitei algumas e com o tempo isso foi desaparecendo. Hoje não tenho mais propostas, mas é conforto porque era um sofrimento deliberar se eu largaria ou não a profissão”, ele completa.

Paulo está desde os anos 90 sem atuar e se entrou na pós-graduação para se tornar um geriatra. Hoje ele é possuidor de um residencial para idosos em Barueri, na Grande São Paulo, e se diz muito realizado com a profissão que escolheu. Apesar da completa mudança de vida, o geriatra não guarda mágoas da era em que era ator. “Era muito gostoso e recreativo fazer teatro, TV, cinema, apresentações pelo Brasil, desfilar uma vez que protótipo, fazer bailes de debutante. Tenho lembranças ótimas. Ao mesmo tempo que tenho saudade e não tenho nenhuma queixa uma vez que ator, se alguém me perguntasse se eu gostaria de voltar a atuar, diria que estou envolvido com outros desejos agora”, diz.

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