Passo a Passo para Debutar a Organizar as Finanças Pessoais

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Depois da crise provocada pela pandemia do coronavírus em 2020, manter firmeza financeira se tornou uma meta para muitos brasileiros, principalmente em momentos de crise e incertezas. 

O impacto da pandemia tomou proporções maiores do que previstas, levando muitos brasileiros a perderem suas fontes de renda.

O processo de organização financeira pode parecer muito confuso para quem está começando e pensando nisso, separamos algumas dicas que te ajudarão a passar por isso da maneira mais simples verosímil.

Comece entendendo o que significa organizar as finanças e os benefícios dessa prática.

Ao falarmos de organização financeira, nos referimos à capacidade de um tipo de manter o controle sobre o seu moeda dentro do seu ciclo salarial e, consequentemente, também a longo prazo.

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As vantagens de se organizar financeiramente vão muito além da satisfação de fechar o mês com moeda na sua conta bancária. 

Quem se organiza financeiramente consegue enxergar com nitidez seu orçamento mensal e se planejar para poupar moeda ou intercorrer sonhos de médio e longo prazo.

O Que Você Verá Neste Cláusula:

Saiba quanto você ganha e quanto você gasta

Pode até parecer bobagem falar isso, mas é muito geral que as pessoas não saibam exatamente o que elas ganham.

Por isso, pare para julgar com calma qual exatamente é a sua renda mensal. 

Aproveite esse momento para entender também quais são seus gastos fixos, quanto você precisa para viver e remunerar contas básicas porquê contas residenciais, aluguel, mercado e etc.

Dessa forma, você consegue entender exatamente qual o de vida e quais são os seus gastos essenciais.

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Crie um orçamento

Crie o hábito de estipular limite para todas as suas despesas. Essa pode ser uma maneira muito eficiente para que você fique dentro de suas metas.

É importante que você categorize todos os seus gastos, defina qual o valor sumo e mínimo que deseja gastar em cada categoria e sempre acompanhe seus gastos. 

Agora, se você não sabe por onde principiar, a regra 50/30/20 pode ser a melhor solução para você! 

Anote os seus gastos

Se você não sabe por onde principiar,  anote todos os seus gastos, desde grandes valores, porquê compras e mercados, até pequenos gastos porquê gastos em lanchonetes e outros valores. 

O importante é ter consciência de tudo que você tem gastado, essa é a maneira mais fácil de perceber para onde o teu moeda tem ido.

Defina suas prioridades

Agora que você já sabe o quanto ganha e quanto gasta, é hora de definir suas prioridades financeiras, a limitado, médio e longo prazo.

Entenda nesse momento quais são as categorias que você deseja gastar mais, quais quer reduzir e quanto quer poupar, sempre faça planos e tome decisões olhando para elas. 

Assim, você conseguirá inferir suas metas com mais facilidade.

50% da sua renda

A primeira metade do seu orçamento deve ser destinada às contas essenciais e obrigatórias, ou seja, aquilo que é indispensável.

Caso você não saiba quais são seus gastos essenciais, faça o tirocínio de se perguntar:

“Esse mesmo gasto seria necessário caso eu tivesse um estilo de vida completamente dissemelhante?”

30% da sua renda

Essa é a secção do seu orçamento que deve ser destinada aos desejos pessoais. Essa é a categoria mais pessoal e a que mais varia de pessoa para pessoa.

É super importante proporcionar momentos de lazer e bem-estar e por isso, é fundamental que você preveja isso no seu orçamento mensal.

20% da sua renda

Essa é a porção da sua renda que deve ser destinada a objetivos financeiros, porquê quitação de dívidas, investimentos ou suplente de emergência.

Esse percentual é muito importante e não pode ser deixado de lado. É ele que pode dar o suporte necessário para os seus projetos no porvir e oferecer mais segurança financeira.

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Entenda sua verdade financeira

Você tem dívidas? Tem fechado o mês com o orçamento em cima? Tem sobrado muito moeda e você não sabe o que fazer com isso? 

É muito importante que você tenha totalidade consciência do momento que você está vivendo com as suas finanças. 

Caso tenha dúvidas, se organize para negociá-las e pagá-las.

Se o seu orçamento estiver fechando no limite, reconheça quais são os gastos que você pode trinchar ou reduzir.

E caso esteja sobrando moeda, comece a investir.

Simples, sempre estude e se organize para qualquer decisão que tomar. É importante fazer um bom planejamento financeiro.

Gaste menos do que você ganha

Você até pode pensar que isso é óbvio, mas é um erro muito geral! Porquê comentei anteriormente, as pessoas não sabem quanto ganham e consequentemente, não sabem quanto gastam. 

Por isso, ter consciência dos seus gastos é importante. Sempre gaste menos do que você ganha e se verosímil, anote esses gastos.

Crie uma suplente de emergência

A suplente de emergência é muito mais do que só um moeda para as horas de desespero, ela pode ser mais uma maneira para que você tenha segurança. 

Caso o orçamento saia do controle em qualquer mês, com ela você foge de crédito com juros absurdos.

Montar sua suplente de emergência não precisa ser um processo complicado, o primeiro passo é entender porquê sua saúde financeira do momento está e qual a porcentagem da sua renda você vai conseguir poupar. 

O ideal é poupar pelo menos 15% de todo valor, mas se você não conseguir poupar essa quantidade, guarde o quanto você puder. 

O importante, no prelúdios, é poupar.

E sempre lembre-se, procure um investimento de renda fixa e que seja fácil o resgate do moeda. As possibilidades variam de Tesouro Selic até Fundos de renda fixa.

Sempre que verosímil, pague à vista

Evitar parcelamentos pode ser a chave para um orçamento mais organizado. Se você tem moeda, você compra e se não tem, a resposta é: 

Faz sentido comprometer sua renda nos próximos meses com um parcelamento? 

Aliás, tenha sempre em mente aquelas perguntinhas para uma compra mais consciente:

  • Essa compra realmente faz sentido?
  • Eu realmente preciso desse item?
  • Será que eu estou comprando isso por impulso?
  • Esse moeda vai me fazer falta depois?
  • Eu posso remunerar à vista?

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Evite cartão de crédito

O cartão de crédito pode ser um grande coligado ou um grande vilão.

Por isso, se você ainda não se sente confortável para usar o cartão de maneira consciente, evite.

Um grande problema para o seu bolso pode ser se você parcelar suas compras e remunerar o mínimo da fatura.

Os juros rotativos do cartão de crédito são um dos mais altos do mercado, né?

A melhor saída, é deixar o cartão para momentos específicos e sempre que verosímil, passar “à vista”.

Poupe secção da sua renda e invista esse moeda

Além de poupar para sua suplente de emergência, você deve vigiar moeda para suas metas e planos a limitado, médio e longo prazo. 

Esse moeda vai te ajudar a invadir desejos sem que você fique em dívidas por conta disso.

Lembre-se, o valor a ser poupado vai depender da sua disponibilidade e do tempo que você deseja levar para realizar a verosímil meta.

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Tenha metas a limitado e longo prazo

Tenha metas financeiras, isso vai te ajudar a ter um caminho a trilhar com o seu moeda. 

Dessa maneira, você poderá vigiar seu moeda com mais propósito o que te ajudará a manter uma consistência maior.

O processo de organização financeira pode não ser linear, mas não precisa ser uma grande dor de cabeça. Principalmente em momentos porquê esse. 

Lembre-se, não existe hora certa, o importante é principiar.

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