Parceira de criptomoedas do PayPal, Paxos levanta US$ 300 milhões em novo financiamento

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Reprodução/Forbes

A rodada Series D avalia a empresa de tecnologia blockchain em US$ 2,4 bilhões

A Paxos, empresa de infraestrutura blockchain, fechou no termo de abril uma rodada de financiamento Series D de US$ 300 milhões, uma das maiores de todos os tempos entre startups de criptomoedas e blockchain. Liderada pela Oak HC/FT, com as participações anteriores do PayPal Ventures, Declaration Partners e Liberty City Ventures, entre outros. A rodada avalia a empresa em US$ 2,4 bilhões e eleva o capital totalidade arrecadado para mais de US$ 500 milhões. O proclamação vem posteriormente a rodada da Series C da Paxos em dezembro de 2020, quando a startup com sede em Novidade York levantou US$ 142 milhões em uma avaliação não divulgada.

A Paxos planeja usar o capital expandindo sua infraestrutura de compliance regulatório, aumentando seu quadro de funcionários, escalando operações por meio do aumento da capacidade da plataforma e explorando oportunidades de compra. Ainda mais importante, a empresa pretende trazer de três a cinco novos clientes do tamanho do PayPal, diz Charles Cascarilla, CEO e cofundador da Paxos.

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A tecnologia da Paxos capacita os serviços de corretagem de criptomoedas do PayPal e do Venmo, que permitem que milhões de usuários comprem, mantenham e vendam bitcoins e muitas outras criptomoedas importantes. Os outros produtos e serviços da empresa incluem a stablecoin Paxos Standard (PAX) lastreada em dólares americanos, a exchange de criptomoedas itBit e um serviço de liquidação de ações usado pelo Credit Suisse, Societe Generale e Instinet, braço mercantil da Nomura Holdings.

Outrossim, em 23 de abril, a empresa recebeu a aprovação condicional para a missiva patente de novo Trust Bank para ativos digitais do Gabinete do Controlador da Moeda (OCC, na {sigla} em inglês). Ao manter também o regimento do Departamento de Serviços Financeiros de Novidade York, recebido em 2015, a Paxos procura se tornar o primeiro custodiante de ativos digitais regulado tanto em nível estadual quanto federalista. O contrato OCC também permitirá que a Paxos faça custódia de recursos diretamente com o Federalista Reserve e, assim, “retenha e mova o verba dos clientes de forma mais eficiente”, diz Cascarilla. Até agora, exclusivamente duas outras empresas cripto-nativas, a Anchorage e a Protego, receberam a licença de banco fiduciário vernáculo.

Finalmente, a Paxos está se candidatando a uma licença de sucursal de ressarcimento com a Percentagem de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na {sigla} em inglês) posteriormente um teste piloto bem-sucedido em que o Credit Suisse e a Instinet usaram a plataforma de liquidação baseada em blockchain da Paxos para executar negociações no mesmo dia, oferecendo liquidez diária a essas transações (D+0). Mas Paxos não quer simplesmente tokenizar ações, eles também estão de olho nas oportunidades de infligir a tecnologia blockchain a títulos não registrados, ações de empresas e outros tipos de produtos de investimento.

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