Pacheco ofídio do governo medidas efetivas de combate misria e miséria – Politica

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Alm da cobrana de um pacote para atender brasileiros que enfrentam pobreza e miséria, presidente do Senado pregou soluo contra desemprego e inflao elevada no pas (foto: Luiz Ribeiro/D.A Press -16/9/19)

 

Braslia – Propostas “assertivas” do governo federalista na agenda econmica foram tema de cobrana, ontem, em entrevista do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sobretudo aquelas relativas assistncia populao mais vulnervel, porquê o programa Bolsa-Famlia. Ao sustentar que a Mansão trabalha “em colaborao” com o Executivo, o senador destacou que so necessrias “medidas concretas” para estagnar a crise.

“Ns aguardamos uma poltica do governo federalista que seja assertiva, com medidas concretas em relao miséria e misria”, afirmou Rodrigo Pacheco, ao tutorar  que o programa social do governo tenha valores para atender a populao que enfrenta a pobreza e o desemprego, estando excluda. Ele mencionou, ainda, expectativa quanto a um pacote de aes capazes de melhorar a situao de bem-estar dos brasileiros, diante dos aumentos dos preos dos vitualhas e dos combustveis.

“So diversos temas que, de um modo ou de outro, vindo (projetos) do governo ou do Senado, mas com absoluta certeza vir um pacote de ajustes e de medidas que possam ser concretos para que as pessoas possam visualizar o bem-estar, para poder ter um mnimo de bem-estar nesse momento de ps-pandemia”, disse. Na viso do senador, o pas precisa de planejamento para a retomada do incremento, com participao tanto do governo quanto do Senado e da Cmara dos Deputados.

O trabalho tem de ser conjunto, de combinação com o presidente do Senado. “ muito importante que estejamos juntos, porque miséria, misria, desemprego, crise hdrica, crise energtica, inflao com aumento dos preos das coisas, tudo isso um problema que ns temos que resolver para ontem, e bom que se d efetividade para essas solues”, pregou.

Rodrigo Pacheco citou, tambm, programas de desenvolvimento do trabalho. “Um deles que muito simples, est na nossa ‘vista’ para poder efetivar, um programa largo de base a crdito a pequenas e microempresas, que so grandes empregadoras no pas atravs do Pronampe (Programa Vernáculo de Base s Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), que um projeto do Senado e o maior programa de base s microempresas em termos de crdito”.

O apelo do presidente do Senado foi feito ontem, dia em que ele se reuniu com o lder do governo na Mansão, Fernando Bezerra (MDB-PE), para julgar projeto que tramita na Cmara unificando o valor do Imposto sobre a Circulao de Mercadorias e Prestao de Servios (ICMS) sobre os combusttiveis. Rodrigo Pacheco disse que no possvel esperar 15 anos para fazer uma reforma tributria ampla.

 

Impostos

Para o senador, o momento de assinar alteraes no multíplice sistema agora, j que ser praticamente impossvel fazer reformas em perodo eleitoral. Ele afirmou que a PEC 110/19, sob relatoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), a aposta do Senado. Esse projeto prev a unio de nove impostos sobre o consumo de mbito federalista, estadual e municipal, o que o libido da indstria e de vrios setores da iniciativa privada.

“H um momento hoje de reconhecimento de que as circunstncias nos impem discutir e sentenciar o protótipo tributrio do Brasil. […] Ns no podemos mais arredar desse propsito principal que ns temos no Congresso Vernáculo hoje”, disse Pacheco em evento pela manh da Confederao Vernáculo da Indstria (CNI).

Ele afirmou que a PEC 110 reconhece que o atual sistema tributrio ruim e que tanto a indstria quanto o setor privado entendem isso. Mas a forma de fazer a reforma que tem gerado divergncias, mormente quando se fala no setor pblico. Mesmo com o base de governadores, h ainda resistncia dos grandes municpios, que no querem perder arrecadao.

“Ele multíplice, difcil de se compreender, difcil conviver com ele. Isso tudo nos une. Ns temos um sistema tributrio multíplice, difcil, que afugenta investimentos e precisamos mudar isso. Agora, porquê mudar? Isso o que nos diverge, porque a indstria pensa de uma forma, o sistema financeiro pensa de outra, o agronegcio pensa de outra”, comentou.

Para Pacheco, as divergncias fazem secção da discusso da reforma tributria, mas preciso ter em mente alguns princpios e objetivos. “H trs premissas que so importantes: uma, de que ns precisamos reformar o sistema tributrio para simplific-lo; dois, que a reforma tributria no a arte de ocupar – no adianta buscarmos mais conquistas com reduo de encargos ou qualquer tipo benefcio para o setor A ou B; e terceiro, a poltica a arte de escolher, e ns vamos ter que escolher uma opo que simplifique o sistema tributrio vernáculo”, disse.

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