Os melhores fundos de investimentos de 2020 – Idade Negócios

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 (Foto: Pexels)

Em um ano de fortes oscilações no mercado, os fundos de investimento, no universal, tiveram um desempenho positivo. Esta é a desenlace do 21º Guia de Fundos, estudo realizado por pesquisadores do Meio de Estudos em Finanças da Instauração Getulio Vargas (FGVCEF). O levantamento analisou 1 milénio fundos brasileiros abertos à captação e avaliou seu desempenho ao longo de 2020. 

“No caso dos fundos de ações, vemos que a imensa maioria superou o Ibovespa, o que não é o habitual. Normalmente, boa segmento dos fundos está colada ao desempenho do índice ou um pouco inferior”, diz William Eid, coordenador do FGVCEF. Há, é simples, as exceções: os fundos que estavam alavancados apostando no bom desempenho do mercado no início de 2020 tiveram desempenho ruim.

Os fundos multimercado também surpreenderam no ano pretérito. “Em universal, a rentabilidade fica muito perto do CDI, mas eles também se deram muito muito em 2020, o que é raríssimo”, afirma Eid. 

O câmbio é um dos fatores que explicam o bom desempenho em 2020, segundo Claudia Emiko Yoshinaga, professora da FGV. “Mesmo que o gestor desse fundo não tenha escolhido bons investimentos, só o traje de ele estar investido em dólar já fez com que boa segmento da rentabilidade fosse boa. Muito fundo de BDR ou que tem compra em dólar mandou muito muito”, afirma. Eid acrescenta outro fator positivo para esses fundos que investem no exterior: o bom desempenho das bolsas norte-americanas. “A maioria dos fundos que investem no exterior tem exposição na bolsa de Novidade York. O S&P 500 foi muito muito. Rapidamente retomou os níveis pré-crise, dissemelhante do Ibovespa e de outros índices na Europa.”

Taxa de gestão

Um ponto interessante medido pelo levantamento foi a queda na média das taxas de gestão cobradas pelos fundos. Em 2020, ela foi de 0,75% ao ano. Em 2016, o valor era de 1,22%. “A média dos fundos de renda fixa para o varejo é de 0,97% ao ano. Nos Money Market, que são os fundos DI, é de 0,83%. São taxas muito baixas”, diz Eid. Já os fundos de ações e multimercado costumam cobrar uma taxa de gestão de 2% mais uma de performance de 20%.

Guia de fundos - taxa de administração (Foto: FGV)

ESG

A preocupação com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança, representada pela {sigla} ESG, ganhou força entre os investidores individuais no ano pretérito. E isso se reflete na indústria de fundos de investimentos. “Os investidores institucionais já se posicionam de uma maneira mais agressiva com relação a essa tarifa há mais tempo. Talvez hoje o que essa indústria queira hoje é se posicionar mais para o investidor individual. Portanto, a gente vê muito mais notícia do lançamento de fundos com nome ESG”, diz Claudia.

Uma preocupação, entretanto, é se de traje os fundos que se vendem porquê ESG têm uma estratégia de seleção de empresas que esteja alinhada com essa estudo. “Eu acho que é um pouco cedo para manifestar que todos os fundos fazem isso”, afirma a professora. 

1.000 fundos

Confira inferior a lista dos 1 milénio fundos analisados. Eles estão separados pelo número de estrelas que receberam na avaliação da FGV, sendo cinco estrelas o melhor desempenho. Em cada estrela, estão em ordem alfabética. Você pode clicar nas imagens para ampliá-las:

5 estrelas

Fundos 5 estrelas (Foto: FGV)

Clique para ampliar (Foto: FGV)

4 estrelas

Fundos 4 estrelas (Foto: FGV)

Clique para ampliar (Foto: FGV)

3 estrelas

Fundos 3 estrelas (Foto: FGV)

Clique para ampliar (Foto: FGV)

2 estrelas

Fundos 2 estrelas (Foto: FGV)

Clique para ampliar (Foto: FGV)

1 estrela

Fundos 1 estrela (Foto: FGV)

Fundos 1 estrela (Foto: FGV)

Vencedores

O guia de fundos avaliou também os melhores gestores em cada categoria. Veja os vencedores:

Prêmios Guia de Fundos (Foto: FGV)

Prêmios Guia de Fundos (Foto: FGV)

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