OCDE: ingressão do Brasil pode melhorar envolvente de negócios

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A ingressão do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) tem capacidade para melhorar o envolvente de negócios do país. É o que defende o deputado Filipe Barros (PSL/PR). De concórdia com o parlamentar, o enxugamento da máquina pública e melhora no envolvente interno de negócios vão beneficiar os micro empresários e população em universal.

“Isso faz com que o Brasil esteja junto aos países desenvolvidos, aumentando as chances de fazer negócios com as grandes potências mundiais, aumentando a competitividade do nosso país, fazendo com que, no final das contas, o resultado brasílio, o empresário brasílio, o microempresário brasílio, o povo brasílio tenha mais numerário no bolso e o Brasil esteja junto com as grandes potências do mundo”.

Ainda segundo o deputado, a ingressão do Brasil na OCDE vai permitir tirar do papel algumas reformas paradas na mesa do Congresso Vernáculo. “Uma prova disso é que agora o Brasil também foi convidado para fazer secção do Juízo de Segurança da ONU, que é uma guerra do Brasil há muitos anos, mas que reflete o cenário de crédito que os outros países têm conosco”, pontua.

Ingresso do Brasil na OCDE deverá aumentar a competitividade dos negócios

Com ingressão na OCDE, Brasil criaria envolvente mais favorável para investidores

O professor de Políticas Públicas do Ibmec, Eduardo Galvão, explica que fazer secção desse grupo é uma vez que se o país adquirisse um selo de qualidade. Segundo ele, para o Brasil, fazer secção da organização é importante porque mostra para o cenário internacional o quanto a legislação interna evoluiu, sobretudo em relação à segurança jurídica.

“Com isso, a imagem do Brasil melhora perante os investidores internacionais. Que passam a ter mais crédito em trazer investimentos ao Brasil. Consequentemente, isso vai refletir em aumento de empregos, aumento de renda e mais riqueza e felicidade para a população”, destaca.

Em 2017, o Brasil encaminhou um pedido formal para fazer secção da OCDE. De lá para cá, o país aplica a convergência de suas normas com os padrões estabelecidos pela organização. Para se ter teoria, de 245 instrumentos, o Brasil já aderiu a quase 100. O balanço corresponde a 40% de convergência. Outras nações candidatas apresentam índices de aderência menores, uma vez que Argentina (21%), Romênia (20%), Peru (18%), Bulgária (13%) e Croácia (11%).

A OCDE

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) conta com o envolvimento das nações mais desenvolvidas do mundo. Por meio dela, são estabelecidos parâmetros conjuntos de regras econômicas e legislativas para os seus membros.

O intuito é potencializar o propagação socioeconômico. Atualmente, o grupo conta com 37 países-membros, a maioria deles situada na Europa. Entre as nações da América Latina estão Chile, México e Colômbia.

 

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