O que fazer para dar o próximo passo em avaliação usando tecnologia

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A pandemia de Covid-19 obrigou os professores a se interessarem mais por tecnologia. O problema é que, na maioria das vezes, não houve um processo gradual para os docentes conhecerem e se acostumarem a usar todas as ferramentas online disponíveis para uma boa lição. Assim uma vez que no caso das práticas, que continuam presas a um protótipo tradicional, o processo de avaliação e orientação segue muito parecido ao analógico, tomando um tempo valedouro do professor.

Outrossim, a falta do contato físico, do olho no olho e de eventuais momentos individuais de professor-aluno podem prejudicar a devolutiva para a turma. Enfim, nem todos os comentários (também conhecidos pelo termo em inglês “feedback”) ou avaliações devem ser abertos para a sala inteira. É justamente neste ponto do processo que o professor pode otimizar seu trabalho, personalizar e individualizar a devolutiva aos alunos.

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Mas uma vez que?
Em relação a avaliações e exercícios, uma das ferramentas que pode facilitar o professor é o Microsoft Forms. Com ele, é verosímil gerar questionários para uma prova, por exemplo, e receber uma correção automática, com recta até a estatísticas da sala.

“O Forms gera, dependendo do tipo de questões, um relatório de desempenho do aluno. No caso de provas de múltiplas alternativas, o estudante consegue saber, logo que terminar a prova, seu desempenho, sem que o professor precise emendar zero”, explicou Fernando Puertas, perito em instrução da Microsoft.

O professor consegue ver quantas pessoas erraram determinada questão e qual resposta equivocada foi a mais escolhida. Assim, é gerado um quadro universal da sala toda ou individualizado por estudante.

Em questões dissertativas, o professor ainda vai ter de emendar uma por uma. No entanto, é verosímil colocar palavras-chaves e, digamos assim, ter uma ajudinha do sistema. “O Forms faz uma pré-correção para o professor, indicando se as palavras estão presentes ou não. Evidente que é sempre necessário o olhar do professor, mas é um caminho percorrido”, afirmou Puertas.

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Tarefas personalizadas
Outro recurso interessante e útil para o professor é o da ramificação. Essa funcionalidade do Microsoft Forms permite que o professor personalize a experiência do estudante. A partir de uma resposta dada pelo aluno, ele será levado a uma trilha de questões, preparadas para seu nível de conhecimento.

“Digamos que o professor escolha uma pergunta chave, que será o “golpe” para definir o nível do estudante. Se ele responder A, vai para um conjunto de perguntas, se responder B, outro conjunto de perguntas e assim por diante. O mais interessante é que tudo fica registrado para o professor, que consegue examinar os resultados individuais”, explicou Julci Rocha, professora embaixadora Microsoft e formadora de professores na Redesenho Educacional, assessoria especializada na integração de tecnologias digitais em sala de lição.

Segundo Julci, na verificação com os métodos tradicionais de correção, ao usar o Microsoft Forms, o professor ganha em facilidade e em dados, já que, ao ter entrada ao resultado consolidado da turma automatizada, o docente consegue fazer um planejamento com base em evidências.

“Se o professor elaborou uma avaliação ou atividade em que 70% dos estudantes tiveram resultados insatisfatórios, essa é uma informação importante para ele planejar uma mediação. Por outro lado, se unicamente 20% teve dificuldade, ele pode planejar uma mediação direcionada para esse grupo. Analisando em profundidade, ele pode identificar que uma questão foi problemática para praticamente a turma toda, o que exigirá dele tomar uma ação, uma vez que uma revisão”, disse Julci.

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Avaliação em diferentes mídias
Além do Forms, outra instrumento que pode ser útil aos professores é o OneNote, também da Microsoft. Trata-se de um caderno do dedo dos estudantes, que pode, inclusive, ser personalizado individualmente, dependendo da demanda de cada aluno. A instrumento permite que o professor faça comentários, também individuais, em áudio ou vídeo.

“O estudante pode grafar um texto, por exemplo, e o professor pode comentar item a item e gravar um áudio no final para dar uma devolutiva mais rápida e completa”, explicou Julci.

Além dessa possibilidade de feedbacks individuais, a educadora também vê uma vez que vantagem na instrumento o uso de mídias diferentes, já que nesse caderno virtual é verosímil apensar vídeos, áudios e hiperlinks. Outrossim, o professor consegue acessar o caderno do estudante a qualquer momento, não unicamente quando estão juntos em sala de lição.

Os estudantes, no universal, costumam se harmonizar a essas ferramentas online de forma muito mais rápida do que os professores. Para Julci, os alunos inclusive gostam de realizar atividades mediadas por tecnologias e de receber feedbacks por elas, já que a experiência é semelhante àquela que eles estão acostumados nos jogos digitais.

“Eu já recebi relatos de professores que disseram que os estudantes realizavam mais as lições de morada e salas de lição invertida quando envolviam tecnologias digitais”, contou a educadora, que ressalta a preço de considerar o uso de tecnologias digitais na instrução é uma premência independentemente da pandemia.

“Acho que se não compreendermos a preço da cultura do dedo na instrução, corremos o risco de interromper boas práticas vivenciadas na pandemia. Porém, é importante sinalizar a preço de os gestores públicos e privados garantirem a conectividade nas escolas, dispositivos e formação dos docentes para um uso inovador dos recursos digitais”, opinou.

“Os professores, por sua vez, precisam assumir seu papel uma vez que profissionais do século 21 e engajar-se numa jornada de estágio pessoal para compreender melhor uma vez que as tecnologias podem potencializar o estágio”, completou.

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