O horizonte do trabalho: profissões nas áreas de tecnologia, saúde e finanças ganham destaque – A Tribuna Regional

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Num tempo de imprevisibilidade e mais incertezas do que previsões razoáveis, o que o  jovem brasílico pode vislumbrar e porquê se preparar para o seu horizonte profissional? O que os especialistas podem nos mostrar sobre o horizonte do trabalho e que áreas inevitavelmente ganharão ainda mais sentença no pós-Covid-19? Num breve relance, eu olho para algumas décadas detrás e lá estava eu, um jovem estudante de 19 anos que ainda não sabia muito muito o que fazer da minha vida profissional, mas buscando o meu “lugar ao sol”.

No entanto, o mundo era outro, profissionais permaneciam por décadas numa única empresa, ingressavam e às vezes até se aposentavam no mesmo lugar. Inspirado pelo meu saudoso pai, consegui ingressar num segmento muito promissor e fiz uma longa curso em três multinacionais farmacêuticas na superfície mercantil e liderando pessoas. As profissões eram poucas, algumas áreas tradicionais porquê gestão, recta, medicina, psicologia, engenharias, contábeis, entre outras, foram sendo somadas a áreas que estão surgindo e atendendo ao ritmo apressurado das mudanças no século XXI. E agora, o que proferir desse tempo chamado pós-Covid-19?

O livro “O mundo pós-pandemia”, organizado por José Roberto de Castro Neves, reúne ensaios com reflexões sobre o horizonte em diversas áreas da comunidade global. O mais óbvio é que é impossível fincar porquê será o mundo depois a pandemia. Segundo a obra, o próprio surgimento da novidade doença mostrou à sociedade a dificuldade em manter certezas inabaláveis. Todos os participantes se voltam para a história para entender porquê pode ser o horizonte, que sofre mudanças. Porquê disse, não existe um gabarito do que acontecerá, existem muitas possibilidades.

Fala-se muito nas oportunidades e algumas situações descortinadas. Talvez a própria pandemia nos ensine e explique muito acerca de tendências que irão requerer profissionais voltados para uma atuação colaborativa, humanizada e, mais do que nunca, dirigida por propósitos ainda mais sustentáveis. Falando de Covid-19, o mundo agora se volta para a distribuição da vacina. Já temos uma importante questão cá: porquê foi provável uma vacina ser sintetizada e disponibilizada para o uso humano em tão pouco tempo? Por trás de toda a urgência justificada pelo eminente potencial de disseminação, contaminação e mortandade, lembremos que as grandes farmacêuticas alimentadas por tecnologia de ponta contribuíram significativamente para esse “milagre” da medicina.

E o que proferir do mercado de e-commerce, das plataformas digitais, das inúmeras empresas de tecnologia que surgiram com soluções para o mundo em crise? Antes mesmo dos impactos causados pela pandemia da Covid-19, a chamada transformação do dedo já era uma das prioridades de diversas empresas. Segundo pesquisa da consultoria McKinsey & Company, para 92% dos líderes corporativos entrevistados, o padrão de negócio das organizações em que trabalham não sobreviveria à chegada das novas tecnologias caso não se adaptassem. Muitas dessas transformações devem permanecer mesmo no pós-pandemia. A imprevisibilidade nos mostra que a superfície de tecnologia porquê profissão é uma tendência sem pavor de errar.

A saúde é outro setor em subida em tempos de pandemia. Neste cenário, o BTG Pactual realizou um estudo apontando as novas tendências em diversos setores da economia. E saúde ficou em segundo lugar. O distanciamento social resultou em uma série de mudanças no comportamento e consumo dos brasileiros em relação ao bem-estar físico e mental. As pessoas estão mais preocupadas com prevenção, querem se cuidar de maneira a buscar mais qualidade de vida do que exclusivamente estética. Ou seja, prevenção e tratamento agora andarão juntas nas áreas de saúde. As áreas de biomedicina, fisioterapia, farmácia, psicologia, nutrição, medicina e outras são exclusivamente alguns exemplos de certeza na incerteza em termos de profissão.

E o que falar do impacto econômico que encontramos em todas as crises mundiais? Não seria dissemelhante na maior crise enfrentada na história. O sistema financeiro global tem um horizonte provocador pela frente e por isso é importante entender o cenário, ajudar e se programar para o horizonte. A sociedade e as empresas estão sujeitas a variáveis cada vez mais imprevisíveis e o impacto nas finanças é inevitável. Todas as nações estão trabalhando para evitar um caos na saúde pública mundial, batalhando para cuidar da sua população e, em meio a tudo isso, tentam evitar um grande colapso econômico. As empresas necessitam de um melhor planejamento das suas finanças. Por isso, os especialistas em gestão financeira também estão e permanecerão em subida.

Concluindo, em meio a tantas reflexões e evidências, não há dúvidas de que as áreas de tecnologia, gestão financeira e saúde só tendem a crescer. Meu jovem, é hora de olhar para o horizonte com esperança. Eu acredito nessa geração que procura uma oportunidade não exclusivamente para ser bem-sucedido profissional ou financeiramente, mas que quer ser um agente de transformação nos muitos desafios que o planeta enfrentará doravante.

Fábio Batista – Professor da Estácio, técnico em Gestão Estratégica de Negócios e Desenvolvimento Humano

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