Novas tecnologias aceleram vendas do varejo – Estação Negócios

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Mário Meirelles, Andrea Iorio, Jean Lessa, Rodrigo Shimizu e Vinícius Dônola (Foto: Reprodução)

Desde os primeiros casos de coronavírus identificados no Brasil, o negócio de rua e os shopping centers de diferentes cidades do país fecharam as portas, reabriram com restrições e voltaram a funcionar quase normalmente.  E, nesse período, investiram no negócio do dedo em tempo recorde para manter as vendas durante o isolamento social.

“Porquê as novas tecnologias podem estugar as vendas na reabertura da economia?” é a pergunta que, agora, o mercado varejista tenta responder e que foi o tema do segundo incidente da série “Soluções em Debate”, realizada pela Editora Orbe em parceria com a Oi Soluções. O debate abordou questões uma vez que a relação entre o negócio varejista e a tecnologia e o “figital”, neologismo usado para definir o híbrido de compra física e compra do dedo.

Com mediação do jornalista Vinícius Dônola, o encontro teve a participação do diretor de Marketing da Oi Soluções, Rodrigo Shimizu; do diretor de Tecnologia da B2W, Jean Lessa; do diretor de Negócios Digitais da Rede Iguatemi, Mário Meirelles; e do redactor e referência vernáculo em transformação do dedo, Andrea Iorio.

Já que a pandemia mudou hábitos e provocou uma transformação do dedo, com muitos profissionais assumindo o home office, por exemplo, Rodrigo Shimizu, contou que a Oi Soluções decidiu calcular a maturidade tecnológica e do dedo das empresas, por meio de uma instrumento chamada INEXTI, que é uma abreviatura para Indicador de Vantagem em Tecnologia e Inovação. O estudo foi realizado com mais de 200 empresas de médio e grande porte de diversos setores de todo o Brasil.

— O indicador foi de 48, numa graduação de zero a 100, logo não foi um indicador elevado, uma vez que esperávamos. Nós avaliamos três principais pilares: a preparação para a segurança cibernética, a visão da modernização da infraestrutura, principalmente quando fala do mundo de data center, on premise para o mundo de cloud privado ou público, das aplicações deste mundo de nuvem e, por termo, uma vez que estão os serviços de TI aplicados aos negócios, e cá entram soluções de notícia unificada, uma vez que omnichannel (estratégia do varejo que utiliza diferentes canais de notícia para oferecer a mesma experiência de compra independentemente do meio utilizado) — contou Shimizu.

O varejo foi o segundo mais muito medido no INEXTI, ficando detrás somente do setor financeiro, em termos de adoção de tecnologia para se apropriar aos novos tempos.
Para o redactor Andrea Iorio, o cliente é o grande beneficiário da aceleração tecnológica forçada durante a pandemia, proporcionando opções de consumo híbrido, físico e do dedo, e melhorando a experiência de compra.

— Quando a gente acopla as novas tecnologias, a gente vê um efeito enorme na redução de atrito em todas as etapas da compra, desde o primeiro no entrada à informação, conferência de preços, transferência… até o pagamento — explicou o perito.
O diretor de Tecnologia da B2W, Jean Lessa, destacou que vem ocorrendo a fusão dos mundos físico e do dedo, no qual o cliente observa os produtos on-line mas também vai à loja física para vê-lo ou experimentá-lo.

— De alguns anos para cá, a gente vem trabalhando bastante essa experiência entre os mundos on-line e físico. O que começou com uma iniciativa de oferecer comodidade, veio ganhando cada vez mais corpo e a pandemia veio a estugar bastante esse processo. Primeiro porque as pessoas estavam impossibilitadas de transpor de morada, e depois porque elas gostaram da experiência e continuaram comprando desta forma. Temos hoje um novo cliente, que escolhe a comodidade, seja no físico ou do dedo — contou o executivo.

Já o diretor de Negócios Digitais da Rede Iguatemi, Mário Meirelles, falou sobre o Iguatemi 365, uma solução complementar ao shopping, com marcas disponibilizadas exclusivamente on-line, focando na comodidade do cliente — que já vinha sendo desenvolvida antes mesmo do início da pandemia. O executivo, no entanto,  destacou que a experiência física nos shopping centers ainda é muito importante para os clientes, em peculiar tratando de grandes grifes.

— O cliente sempre procura comodidade, preço e catálogo. Ele quer ter mais produtos disponíveis e benefícios. Principalmente pensando em um portfólio de luxo, que é o nosso caso. Logo, apesar da rápida recuperação mormente no mês de maio,  percebemos um grande propagação do Iguatemi 365.

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