Mulheres negociando criptomoedas cresce em 7 vezes, revela Robinhood

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Embora o mercado de criptomoedas vá na contramão do tradicional, ambos compartilham uma semelhança: a prevalência é dos homens.

No entanto, transformações estão à vista. Segundo os dados do aplicativo de finanças Robinhood, o número de mulheres na comunidade de criptoativos está aumentando.

Em projeção de base interna, a empresa informou um propagação de sete vezes na quantidade de clientes mulheres. Os números são uma conferência do final de 2020 com os dois primeiros meses deste ano.

Mulheres conquistam espaço

A expansão das mulheres na Robinhood é um recorte dos seis milhões de novos clientes inseridos no aplicativo levante ano.

Apesar dos números serem positivos, a empresa reconheceu no seu blog que “as mulheres continuam sub-representadas”.

Dentro desta perspectiva, a Robinhood comemorou os resultados no seu Twitter, ressaltando:

“O número de mulheres negociando ativamente na Robinhood já cresceu sete vezes levante ano! Ainda temos muito trabalho a fazer, mas estamos comprometidos em erigir um resultado que seja justo, alcançável e inclusivo.”

Aplicativo Robinhood comenta dados sobre negociações realizadas por mulheres. Natividade: Robinhood/Twitter

O aplicativo também levantou que 40% das mulheres em sua base são traders. Ou seja, não estão somente se aventurando no mercado de criptomoedas, mas realmente investindo e ganhando moeda.

Analisando levante cenário, a empresa mostra-se otimista e comenta o papel dos ativos digitais para o mercado:

“Esses números são encorajadores e provam que a tecnologia blockchain pode ser uma utensílio poderosa para descentralizar o poder nas finanças. Edificar um resultado alcançável a todos, independentemente do sexo.”

Perspectivas das investidoras

Em 2019, a empresa de investimento Grayscale apresentou um relatório sobre Bitcoin e a perspectiva feminina no mercado de ativos digitais.

Segundo a pesquisa, 60% das mulheres apreciam a liquidez promovida pelo BTC, contra 56% dos homens.

Na contramão do conhecimento de mercado, 76% das investidoras não possuíam privança com negociações na moeda do dedo.

Porém, 93% acreditava que o aproximação a recursos educacionais inclusivos tornaria a criptomoeda mais atrativa ao grupo.

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