Ministro das Finanças assinala progressos alcançados durante a Presidência Portuguesa – O Jornal Poupado

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O Ministro de Estado e das Finanças, João Leão, faz um balanço positivo dos trabalhos do Ecofin nos últimos seis meses. Posteriormente ter presidido à última reunião de ministros das Finanças e da Economia dos 27 Estados-Membros, João Leão lembrou que Portugal presidiu ao Parecer da União Europeia num período “muito desafiante para a Europa e para o Mundo”, mas que “progressos a vários níveis foram alcançados”, pode ler-se no portal da Presidência Portuguesa da União Europeia (2021portugal.eu).

” No Ecofin que ocorreu no mês pretérito, em Lisboa, tanto eu uma vez que os meus colegas partilhámos da mesma opinião: de que o pior momento da desaceleração económica já teria pretérito e de que a retoma estava em curso. Hoje, essa persuasão é ainda mais firme. É com muita satisfação que passamos a pasta num momento em que a retoma económica já se faz sentir e temos perspetivas económicas muito positivas para a segunda metade do ano”, defende João Leão, ministro de Estado e das Finanças.

O governante considerou que, depois vários meses de trabalho difícil, nos últimos dias foram alcançados marcos históricos para a União Europeia. Depois da ratificação da Decisão dos Recursos Próprios por todos os 27 Estados-Membros em tempo recorde, a Percentagem Europeia foi aos mercados para uma primeira emissão conjunta de dívida. “Com a procura a superar a oferta mais de sete vezes, e com a taxa próxima de zero, esta primeira emissão de 20 milénio milhões foi um verdadeiro sucesso”, considerou João Leão.

Na última semana foram também aprovados os primeiros Planos de Recuperação e outros 12 planos deverão ser aprovados pela Percentagem até ao final da Presidência Portuguesa. “Estamos agora muito perto de trazer os planos para a economia real. Em breve, poderemos debutar a executar as reformas e os investimentos que irão reformar o nosso continente e preparar as bases para uma União mais possante e mais resiliente”, disse o ministro português das Finanças.

Para João Leão, a decisão de manter a Cláusula de Escape em 2022 foi outro marco importante da Presidência Portuguesa, um “sinal de coordenação inédita entre os Estados-Membros para manter a recuperação no topo das prioridades”.

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