Ministro das Finanças ainda tem cinco nomeações por fazer nos reguladores e IGCP (com áudio) – O Jornal Poupado

0
19

Depois de ter anunciado formalmente o invitação a Gabriel Bernardino para presidir à Percentagem do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o ministro de Estado e das Finanças, João Leão, tem ainda um rol de convites por fazer para preencher lugares nos reguladores e na Escritório de Gestão de Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP). Na CMVM João Leão tem ainda em desobstruído a nomeação para dois cargos na governo que estão vagos.

As Finanças têm ainda por concluir a nomeação de vogais para a Mando de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF). João Leão tem em cima da mesa a proposta de Diogo Alarcão, da Mercer, para o lugar do atual vice-presidente da ASF, Filipe Serrano, que, segundo fontes não tem ainda nenhum função em vista, o que poderá indicar que a sua substituição não estará iminente.

Cabe também ao ministro das Finanças preencher os lugares na governo do Banco de Portugal e falta um lugar “feminino” na governo da instituição liderada por Mário Centeno, e que está vago desde que Elisa Ferreira foi para a Percentagem Europeia. Depois da recondução do gestor Hélder Rosalino, continuam a subsistir cinco membros na governo do Banco de Portugal em que exclusivamente um é mulher, Ana Paula Serra. Pelo que a presença do género sub-representado, que deve ser de 40%, não está assegurada e será, por isso, preciso nomear uma novidade administradora.

Além dos três reguladores do sector financeiro, João Leão tem ainda de escolher um novo presidente da Escritório de Gestão de Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP). O procuração de Cristina Casalinho acabou no termo de setembro e, tal porquê noticiado, João Leão não está propenso a reconduzir a atual presidente do IGCP.

Esta semana o Ministério das Finanças tornou público que convidou Gabriel Rodrigo Tavares Bernardino a assumir o função de presidente do Recomendação de Governo da CMVM, sucedendo a Gabriela Figueiredo Dias, de quem procuração terminou no final do pretérito mês de junho.

“Assim, foi solicitado à Percentagem de Recrutamento e Seleção para a Governo Pública (CReSAP) o relatório de avaliação curricular e adequação de competências ao manobra de função ao qual se aplica o regime de gestor público e o regime dos membros do Recomendação de Governo da CMVM. Posteriormente o parecer da CReSAP será proposta à Percentagem de Orçamento e Finanças da Câmara da República a respetiva audição”, explicou o Governo.

Com a aproximação do Orçamento de Estado é expectável que todas estas nomeações fiquem adiadas.

Também a aprovação do novo pacote de simplificação regulatória, proposto pela CMVM, que abrange todo o sector de fundos de investimento e de capital de risco, muito porquê as empresas de investimento, deverá permanecer para depois do Orçamento do Estado. Para já não falar do novo Código da Atividade Bancária do Banco de Portugal, que também está à espera do Ministério das Finanças.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui